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Desconfinamento progressivo na Europa

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Desconfinamento progressivo na Europa
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À medida que mais países emergem daquele que esperam que seja o último confinamento, as investigações começam.

Tal como Itália, o Reino Unido promete instaurar um inquérito sobre como decorreu a resposta governamental à pandemia do novo coronavírus.

O Reino Unido tem um dos mais elevados índices de mortalidade do mundo, registando mais de 127.000 óbitos.

O primeiro-ministro, Boris Johnson, afirmou: "No meio de tal tragédia, o Estado tem a obrigação de examinar as suas ações de forma mais rigorosa e franca possível, e de aprender cada lição para o futuro, razão pela qual sempre disse que quando chegar a altura certa, deverá haver um inquérito completo e independente."

Entretanto, os desconfinamentos continuam. Na Dinamarca, por exemplo nesta cervejaria está a ser utilizada uma aplicação de telemóvel que mostra os resultados recentes dos testes do titular, ou se está vacinado, para permitir a entrada dos clientes.

O proprietário o estabelecimento, Mikkel Bjergo, acredita que "o passaporte corona é uma restrição que poderia impedir as pessoas de entrarem, mas creio que após quatro meses e meio de confinamento, pelo menos em Copenhaga, as pessoas farão tudo para ir buscar uma cerveja e alguma comida."

A Alemanha prepara-se para emitir, em breve, o seu certificado de imunidade digital, facilitando a prova de que uma pessoa foi totalmente vacinada. No entanto, o objetivo é que seja compatível com um sistema de certificação de vacinas que está a ser desenvolvido pela União Europeia.

O ministro germânico da Saúde, Jens Spahn sublinhou que "se conseguirmos fazer isto para a União Europeia, nas próximas semanas, então provavelmente estabeleceremos uma referência global, porque somos a primeira região do mundo, que consegue não só ter uma solução nacional, mas também uma solução internacional. Nem sequer os Estados Unidos têm isso".

A Suécia parece, no entanto, estar em contraciclo. O país vai adiar até 1 de junho a flexibilização das restrições em alguns eventos públicos devido ao aumento do número de casos, nas últimas semanas, e à forte pressão sobre as unidades de saúde.