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Talibãs controlam maioria do território afegão

Rebelde posa para a foto enquanto patrulha a recém tomada cidade de Ghazni
Rebelde posa para a foto enquanto patrulha a recém tomada cidade de Ghazni Direitos de autor Gulabuddin Amiri/AP
Direitos de autor Gulabuddin Amiri/AP
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Um estudo dos serviços de inteligência norte-americanos defende que os rebeldes precisam apenas de 90 dias para conseguir conquistar a capital do Afeganistão

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A ofensiva talibã no Afeganistão está a 130 quilómetros de Cabul. Os rebeldes capturaram Ghazni esta quinta-feira - é a décima capital de província conquistada em apenas uma semana. A informação foi confirmada no local pela agência Associated Press.

O governo afegão não comenta mais este revés no conflito com o movimento extremista islâmico. O Presidente Ashraf Ghani deslocou-se a Mazar-i-Sharif, uma das poucas capitais do norte ainda nas mãos das forças oficiais. O objetivo seria desenhar uma contra-ofensiva, ainda a contar com as últimas unidades aéreas dos aliados da NATO, antes da retirada definitiva no final do mês.

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Áreas sob controlo talibã assinaladas a vermelhoEuronews

Embora Cabul não tenha sido ainda directamente ameaçada, a velocidade com que os rebeldes progridem levanta questões sobre a capacidade de resistência das tropas leais ao governo afegão. O executivo pode mesmo vir a ser obrigado a recuar todas as posições para defender apenas a capital.

O conflito no Afeganistão subiu de tom, assim que os contingentes internacionais começaram a retirar do país. Tendo em conta a eficácia da ofensiva talibã, um estudo dos serviços de inteligência norte-americanos avança que os rebeldes precisam de 90 dias para chegar ao centro do poder e tomar controlo da capital do Afeganistão.

Apesar da ofensiva talibã, um porta-voz do grupo garantiu que estão empenhados em encontrar uma solução pacífica através das negociações com o governo, que tiveram início esta semana em Doha, no Catar. Já os representantes do executivo exigem a presença de um mediador para assegurar "a seriedade de ambas as partes".

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