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Vulcão Cumbre Vieja mantém La Palma refém

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De  Francisco Marques
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Autoridades de La Palma em operações de segurança na ilha
Autoridades de La Palma em operações de segurança na ilha   -   Direitos de autor  AP Photo/Emilio Morenatti
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O vulcão Cumbre Vieja pareceu fazer uma pausa esta segunda-feira de manhã, na ilha espanhola de La Palma, nas Canárias, mas a acalmia durou cerca de duas horas. A ilha continua refém da atividade do vulcão, nomeadamente do fluxo de lava em progressão rumo ao mar.

Depois de uma noite com diversas explosões e de um dia marcado pelo colapso da igreja de Todoque, a atividade vulcância registou um abrandamento, mas que pode ser resultado de a lava ter agora menor atrito para sair do vulcão.

A erupção do Cumbre Vieja começou, fez este domingo, uma semana. O fluxo de lava libertada já arrasou uma área de mais 200 hectares, destruiu mais de 500 casas e os investigadores admitem que o magma poderá chegar nas próximas horas ao mar.

O choque térmico, entre a lava a mais de mil graus centígrados e o mar a cerca de 20 graus, poderá provocar uma nuvem ácida. O perigo é limitado, mas a nuvem pode afetar a pele, os olhos e a capacidade respiratória.

As autoridades apelam às pessoas que se encontram na zona para usarem máscaras, luvas, proteção para os olhos e roupa que cubra a totalidade do corpo.

Há mais de um milhar de pessoas a trabalhar no terreno, na evacuação de localidades ameaçadas pelo rio de lava e no auxilio às vítimas.

Pelo menos 6 mil pessoas já tiveram de ser deslocadas devido ao vulcão.

A situação está a ser reavaliada à medida que a lava avança.

Outras fontes • El País, La Provincia, El Diario de Canarias