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"Marcha pelas mulheres" defende direito ao aborto

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De  Ricardo Figueira
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"Marcha pelas mulheres" defende direito ao aborto
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A marcha pelos direitos das mulheres, um evento anual em Washington e várias outras cidades dos Estados Unidos, aconteceu pela primeira vez na era Biden. Desta vez, as manifestantes na capital federal dirigiram-se à escadaria do Supremo Tribunal, para defender o direito ao aborto, depois de o Texas ter aprovado leis mais restritivas nesta matéria, com juízes e legisladores mais conservadores a porem em perigo este direito, reconhecido pelo Supremo graças ao acórdão Roe contra Wade.

Uma manifestante diz que "é essencial para as mulheres lutarem como na época do acórdão Roe contra Wade, nos anos 70, pois foi esse o caso que ditou que as mulheres deveriam poder fazer as suas próprias escolhas e ninguém tem o direito de dizer a uma mulher o que deve fazer com o próprio corpo".

Uma professora reformada da Florida diz que "o que cada uma faz com o corpo é responsabilidade apenas dela e está farta de ouvir pessoas dizer o que podem ou não podem fazer. É altura de acabar com isso".

Outra marcha aconteceu em Austin, capital do Texas, para defender o direito ao aborto. Um juiz federal está a analisar a queixa feita pelo Departamento da Justiça contra o Estado do Texas depois das leis, que limitam este direito, recentemente aprovadas.