Energia Nuclear na transição energética

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A questão chegou à mesa das discussões na COP26

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Numa altura em que os preços da energia batem todos os recordes e o mundo precisa de abandonar os combustíveis fósseis, a energia nuclear volta a entrar no debate e, pela primeira vez, teve um lugar à mesa das discussões na conferência das Nações Unidas sobre o clima.

À margem da COP26, durante uma entrevista à agência France Press, o chefe da Agência Internacional de Energia Atómica defendeu que a energia nuclear é fundamental para a transição energética.

Para Rafael Grossi, “a energia nuclear é uma parte da solução para o aquecimento global e não há como contorná-la”. “Alguns podem utilizá-la, outros não, mas é evidente que já está a produzir mais de 25-26% da energia limpa que é produzida em todo o mundo, e sem ela nunca o conseguiríamos", sublinhou Grossi.

O debate sobre a segurança da energia nuclear começou há várias décadas e ninguém esquece os acidentes em Chernobil e Fukushima. Mas as centrais nucleares de última geração são muito mais seguras e produzem muito menos resíduos nucleares do que as que foram construídas já durante o último milénio.

Rafael Grossi admite que a energia nuclear "não é a panaceia mas é um elemento muito importante que precisa de ser parte da solução".

Durante mais de duas décadas, os defensores de energia nuclear sentiram-se “à parte” nas conferências da ONU sobre as alterações climáticas. Desta vez, e segundo o chefe da Agência Internacional de Energia Atómica, foram “recebidos de braços abertos”.

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