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Um ano marcado pelo regresso das restrições

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De  Oleksandra Vakulina
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Um ano marcado pelo regresso das restrições
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Em Julho a União Europeia introduziu passaportes sanitários para facilitar as viagens a pessoas com uma vacinação completa, recuperadas da doença ou com um teste PCR negativo. 

Os Estados-membros tentaram, desta forma, salvar a época estival e promover as viagens e turismo, depois de numerosas restrições ligadas à pandemia. 

E todos nós viajámos, provavelmente, mais na última metade do ano, do que em 2020. Mas poderemos continuar a fazê-lo no próximo ano?

Uma luz de esperança

Famílias e amigos finalmente reunidos quando os Estados Unidos reabriram fronteiras, depois de quase 20 meses fechadas, impedindo a entrada a cidadãos externos, incluíndo europeus: foram algumas das cenas mais emotivas do último ano.

Laurence Tesson, residente de Douai, França:"Fomos penalizados, perdemos muitas coisas... Perdi o nascimento de uma das minhas netas e não vi durante todo esse tempo os meus outros netos, nem os meus filhos."

Em 2020, começaram a avançar programas de vacinação contra a Covid-19, junto com a esperança de um regresso à normalidade.

Retomaram-se as viagens, as fronteiras reabriram e as economias começaram novamente a crescer. 

A recuperação económica era significativa e pessoas e negócios estavam ansiosos em deixar para trás o pesadelo da pendemia. 

A chegada das variantes

Mas depois chegou a variante Delta, que forçou os países a fechar novamente fronteiras. 

E a descoberta da Ómicron motivou ainda mais restrições e interdições de viagem, representando um novo golpe duro na moral de todos.

Novos confinamentos

A Áustria foi o primeiro país da Europa ocidental a reintroduzir um confinamento total devido à Covid-19.

Johannes Fuchs, comerciante:"Podemos abrir durante uma semana e depois tivemos três semanas de confinamento. Isso significou uma grande perda de rendimentos, mas esperamos aguentar-nos de forma adequada."

O fim do confinamento foi entretanto decretado, mas muitas restrições mantidas na Áustria. 

E agora são os Países Baixos que estão confinados, numa época natalícia que, tal como há um ano, está rodeada de incertezas.