NATO apela a fim da violência no Cazaquistão

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Presidente cazaque ordenou a forças de segurança para dispararem para matar

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O secretário-geral da NATO apelou ao fim da violência no Cazaquistão e ao respeito dos Direitos Humanos, nomeadamente "o direito a manifestações pacíficas e à liberdade de expressão", depois de uma semana de protestos e motins que se saldaram em dezenas de vítimas mortais.

Um apelo feito no mesmo dia em que o presidente cazaque autorizou as forças da ordem a "disparar para matar".

Kassym-Jomart Tokayev, presidente do Cazaquistão:"Terroristas continuam a danificar propriedade estatal e privada e a usar armas contra civis. Dei ordens às forças de segurança e ao Exército par disparar para matar sem aviso. [...] Há apelos no estrangeiro para que seja negociada uma solução pacífica. Que disparate! Que tipo de negociações pode haver com criminosos e assassinos?"

Um discurso ao qual a Comissão Europeia e vários países ocidentais responderam com apelos à retenção, sobretudo no que diz respeito ao uso de armas contra civis.

Olaf Schulz, chanceler alemão:"Queremos ver protegido o Estado de Direito. Pedimos o fim da violência. E isso aplica-se, obviamente, à violência contra civis."

O chefe da diplomacia dos Estados Unidos, Antony Blinken, afirmou por seu lado que poderá ser "muito díficil" obter a retirada russa, quando a ajuda de Moscovo deixar de ser necessária. A Rússia enviou tropas para o país a pedido do presidente cazaque, para ajudar a conter os protestos.

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