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Alemanha, Polónia e França unidas pela paz na Europa

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De  Maria Barradas  com AP
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Alemanha, Polónia e França unidas pela paz na Europa
Direitos de autor  Hannibal Hanschke/AP

Alemanha, França e Polónia estão "unidos" no objetivo de preservar a paz na Europa, disse o chanceler alemão, Olaf Scholz, que recebeu Emmanuel Macron e Andrzej Duda em Berlim, esta terça-feira à noite, realçando a aposta na diplomacia e a vontade de agirem em conjunto.

Em conferência de imprensa, o chefe do governo alemão, que esteve em Washington na segunda-feira, afirmou: "O destacamento de tropas russas na fronteira com a Ucrânia é muito preocupante e a nossa avaliação da situação aqui é muito idêntica, tal como a nossa posição. Uma nova violação da integridade territorial e da soberania da Ucrânia é inaceitável e teria consequências de grande alcance para a Rússia - em termos políticos, económicos e certamente geoestratégicos".

Uma nova violação da integridade territorial e da soberania da Ucrânia é inaceitável e teria consequências de grande alcance para a Rússia
Olaf Scholz
Chanceler da Alemanha

Por seu turno, o presidente polaco, Andrzej Duda, disse: "Temos de encontrar uma solução para evitar a guerra". Como já disse, esta é, atualmente, a nossa principal tarefa. Acredito que o conseguiremos".

Através do Twitter, Emmanuel Macron, o prsidente francês, afirmou:

A diplomacia europeia numa roda-viva, enquanto Moscovo insiste que não tem planos de atacar a Ucrânia, mas mantém 100 mil soldados perto das fronteiras do país vizinho e continuou, esta terça-feira, os exercícios militares navais e aéreos. Para além disso, tem uma enorme frota de guerra a caminho do Mar Negro.

Face à tensão que persiste, vários países europeus também reforçaram os seus mecanismos de defesa na terça-feira. À Polónia chegaram mais tropas e equipamentos americanos, na sequência das ordens do presidente, Joe Biden, de destacar 1.700 soldados para o país, devido aos receios de uma invasão russa da Ucrânia.

Também a Dinamarca vai reunir um batalhão de combate em resposta ao rearmamento russo.

Especificamente, os soldados reúnem-se no quartel em Slagelse para fazerem parte do batalhão de combate dinamarquês, que está registado para a prontidão da NATO.