Scholz sublinha apoio à Ucrânia e Zelenskiy fala de uma "arma geoplítica" russa

Scholz sublinha apoio à Ucrânia e Zelenskiy fala de uma "arma geoplítica" russa
Direitos de autor AP/Copyright 2022 The Associated Press. All rights reserved
De  Euronews
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

Antes da visita a Moscovo, o chanceler alemão visitou o Presidente da Ucrânia e destacou o apoio germânico à resiliência da economia ucraniana

PUBLICIDADE

Um avião militar alemão com reforço de tropas aterrou esta segunda-feira na Lituânia. É o primeiro de vários destacamentos planeados pela NATO, no meio de receios de uma invasão russa da Ucrânia.

À margem das manobras militares continuam os esforços da diplomacia. O chanceler alemão encontrou-se em Kiev com o presidente ucraniano.

No final do encontro, os dois falaram à imprensa.

Olaf Scholz lembrou a ajuda financeira de Berlim a Kiev. Disse que com “uma ajuda de mais de 2 mil milhões de dólares (1,7 mil milhões de euros), a Alemanha tornou a a economia ucraniana mais resiliente e independente face à influência estrangeira”. O chanceler garantiu que vai continuar a a apoiar a Ucrânia com “a mesma determinação”.

Por seu lado, o presidente ucraniano agradeceu o apoio dos alemães e todos os esforços diplomáticos que têm acontecido nas últimas semanas.

A escalada de tensão na fronteira da Ucrânia e da Rússia representa uma ameaça sem precedentes para a arquitetura de segurança na Europa. E sobre este assunto Volodymyr Zelensky e Olaf Scholz estão de acordo.

Mas quando se trata do gasoduto NORDSTREAM 2, existem diferenças, disse Zelensky, chamando ao projeto "uma arma geopolítica".

O facto do chanceler alemão ter passado por Kiev antes de viajar para Moscovo é visto na Ucrânia como um forte sinal de apoio e solidariedade.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Ucranianos em Itália preocupados com tensões com a Rússia

Avião que ligava Portugal à Ucrânia obrigado a aterrar na Moldávia

Ucrânia aposta na indústria de defesa nacional enquanto aguarda por mais munições dos aliados