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Rússia anuncia cessar-fogo na Ucrânia

Tanque na zona de Chernihiv
Tanque na zona de Chernihiv Direitos de autor Mykola Lazarenko/AP
Direitos de autor Mykola Lazarenko/AP
De  Ricardo Figueira
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Para permitir a abertura de corredores humanitários.

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A Rússia anunciou um cessar-fogo na Ucrânia, para permitir a abertura de corredores humanitários para a retirada de civis das cidades de Mariupol e Volnovaja, segundo o ministério russo da defesa. O cessar-fogo é efetivo a partir das 10:00 de Moscovo (7:00 em Lisboa). Os combates na Ucrânia duram há dez dias.

47 mortos em Chernihiv

A cidade de Chernihiv (também conhecida como Chernigov), 140 quilómetros a norte de Kiev, foi a mais martirizada nos últimos dias. Os bombardeamentos russos, que atingiram uma zona residencial, fizeram pelo menos 47 mortos entre a população civil. O presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy criticou a NATO por não querer intervir diretamente no conflito nem implementar uma zona de exclusão aérea: "Esta cimeira da NATO foi uma cimeira fraca e confusa. Mostrou que nem todos têm como objetivo principal a luta pelas liberdades na Europa", disse o presidente.

Nem todos (na NATO) têm como principal objetivo a luta pelas liberdades na Europa.
Volodymyr Zelenskyy
Presidente da Ucrânia

Um dia depois dos bombardeamentos mais intensos, os populares juntaram-se para apanhar os escombros e tentar resgatar sobreviventes, enquanto as sirenes que avisavam de novos ataques não paravam de tocar.

Combates intensos às portas de Kiev

Em Zhytomyr, uma cidade a oeste da capital, uma escola ficou destruída depois de atingida pela artilharia russa. 

O cerco fecha-se sobre Kiev e há combates intensos em Irpin, um subúrbio da capital onde a destruição é visível e a população, que acusa as tropas russas de estarem a matar deliberadamente os civis, dinamitou uma ponte para travar o avanço do exército de Putin.

Emergência humanitária em Mariupol

A Rússia vai ganhando terreno e controla já várias parcelas do território ucraniano. Os esforços concentram-se agora na capital e no cerco à cidade portuária de Mariupol, no sul. A Rússia insiste na narrativa de querer afastar o que chama "nazis" do governo da Ucrânia.

O embaixador russo na ONU, Guennadi Gatilov, disse que a Rússia "não vai ocupar a Ucrânia e as tropas vão deixar o país assim que estiver terminada a missão de desnazificar e desmilitarizar".

Em vários pontos do país, a situação humanitária começa a ser desesperante. Em Mariupol, a comida e água começam a faltar, enquanto em Kiev as pessoas se juntam nos pontos de distribuição de bens essenciais.

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