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População desespera em Mariupol

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De  Euronews
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População desespera em Mariupol
Direitos de autor  AP Photo

Do sul da Ucrânia continuam a sair autocarros de ajuda humanitária com destino a Mariupol. A cidade portuária, no leste do país, está cercada pelas tropas da Rússia e é alvo de ataques há mais de uma semana. Há falta de água e de alimentos e não há eletricidade. As autoridades acusam o exército russo de crimes de guerra e dizem que o cerco deixou cerca de 1300 civis mortos. Esta quarta-feira, um hospital pediátrico foi bombardeado. Com as infraestruturas destruídas, as vítimas começaram a ser enterradas em valas comuns.

Tania Bondar espera na fila para encher um garrafão de água. Tem nove filhos e diz que estão todos vivos. “Rezem por Mariupol, estamos a ser bombardeados de todas as direções. Rezem pelas mães com filhos, por favor, é muito difícil. Não temos água, não temos comida, não temos eletricidade, é assustador passar por isto", lamenta.

Esta quinta-feira, o chefe da diplomacia russa disse que hospital bombardeado em Mariupol servia de base para um grupo de extremistas ucranianos. Segundo Serguei Lavrov, os doentes, médicos e funcionários tinham sido expulsos por elementos do grupo.