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Civis ucranianos aprendem a manejar armas em Lviv

Civis ucranianos aprendem a manejar armas em Lviv
Civis ucranianos aprendem a manejar armas em Lviv Direitos de autor Bernat Armangue/Copyright 2022 The Associated Press. All rights reserved
Direitos de autor Bernat Armangue/Copyright 2022 The Associated Press. All rights reserved
De  Euronews
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Centros de instrução têm-se multiplicado à medida que a invasão avança. Muitos ucranianos regressam ao país para combater ou fazer assistência médica

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Numa escola de Lviv, civis ucranianos aprendem a manejar armas. 

Junto à fronteira polaca, a cidade tem sido relativamente poupada em comparação com outras aglomerações ucranianas, mas os bombardeamentos nos arredores, nomeadamente o mais recente junto ao aeroporto de Lviv na sexta-feira, lembram que a guerra não está longe.

Denis Girenko, instrutor de tiro:"O nosso programa está pensado para pessoas sem nenhuma experiência, que nunca pegaram numa arma. Primeiro explicamos tudo acerca da segurança, que é fundamental, para que não firam nem matem o seu próprio povo ou a si próprios. Por isso é que passamos muito tempo a descrever e exemplificar os diferentes casos. Depois mostramos a manipulação básica, como carregar e descarregar a arma, a postura, como segurar e apontar."

Este estabelecimento de ensino privado foi rebatizado de "Escola dos Guerreiro de Auto-Defesa de Lviv".

Os centros de instrução têm-se multiplicado na cidade e servem também para ensinar como administrar os primeiros socorros, nomeadamente como realizar um torniquete.

Do outro lado da fronteira, fica a localidade polaca de Przemysl, ponto de passagem de milhares de refugiados que fogem da guerra.

Mas também passam por aí ucranianos que decidiram voltar ao país, para se voluntariar nas Forças de Defesa Territorial ou nos serviços de assistência médica.

Rosa Bilousova, voluntária das Forças de Defesa Territorial:"Tenho três anos de experiência militar e agora vou defender a Ucrânia. Não há nada para mim, para fazer agora na Polónia. A Ucrânia é mais importante. O meu marido está de regresso a casa e juntos vamos lutar."

Segundo as autoridades fronteiriças polacas, cerca de 238.000 ucranianos atravessaram de regresso ao país desde o início da guerra, muitos dos quais para pegar armas contra o invasor russo.

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