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Rússia anuncia conquista de Mariupol

Mariupol
Mariupol Direitos de autor ALEXANDER NEMENOV/AFP or licensors
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De  Euronews
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Putin destaca o "êxito" do controlo da cidade portuária ucraniana

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A Rússia diz que controla toda a cidade de Mariupol, à exceção da fábrica Azovstal. A informação foi confirmada pelo ministério da Defesa de Moscovo. Vladimir Putin já elogiou uma "libertação bem-sucedida" e cancelou o assalto previsto à zona industrial para proteger a vida e a saúde dos militares russos.

A retirada de civis está suspensa nesta cidade portuária no leste da Ucrânia, numa altura em que os combates continuam a intensificar-se no leste e sul do país.O número de pessoas que conseguiram deixar a cidade foi inferior às 6 mil previstas, segundo as informações avançadas pelo governador de Donetsk.

Os últimos militares ucranianos garantem que não vão desistir. Até agora, nenhum aceitou o ultimato das forças russas, que colocaram bandeiras vermelhas ao longo de um corredor para a sua rendição.

A Ucrânia diz que está pronta para falar sobre a situação de Mariupol e ajudar na retirada de civis através da diplomacia, e propôs uma "ronda especial" de negociações com a Rússia na cidade sitiada.

Adesão à UE

Esta quarta-feira, depois de um encontro com o presidente do Conselho Europeu, Volodymyr Zelenskyy disse que os parceiros do país compreendem melhor as necessidades da Ucrânia. “Estou muito satisfeito por dizer, com um otimismo cauteloso, que os nossos parceiros começaram a compreender melhor as nossas necessidades. Compreender exatamente o que precisamos, e quando é que precisamos exatamente de tudo isto. Não em semanas, não em um mês, mas imediatamente. Neste momento, numa altura em que a Rússia tenta intensificar os seus ataques", declarou Zelenskyy.

Também nesta quarta-feira, durante uma reunião do G20 em Washington, os ministros das Finanças do Reino Unido, Estados Unidos, Canadá e França abandonaram a sala antes da intervenção dos delegados russos.

Na conta do Twitter, a ministra das finanças do Canadá disse que "as democracias do mundo não ficarão indiferentes à contínua agressão e crimes de guerra da Rússia".

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