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Ursula von der Leyen: "Guerra acelera a transição ecológica"

Ursula von der Leyen
Ursula von der Leyen Direitos de autor euronews
Direitos de autor euronews
De  Jack Parrock
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Presidente da Comissão Europeia defende que a guerra na Ucrânia e a necessidade de desinvestir nas energias fósseis estão a acelerar a aplicação do Pacto Ecológico Europeu.

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Ursula von der Leyen espera para breve um acordo entre os 27 Estados-membros da União Europeia a propósito do embargo ao petróleo russo. A presidente da Comissão Europeia falou com a Euronews à margem do Fórum Económico Mundial em Davos sobre esta questão, quando vários países mantêm reservas a um embargo total, e também sobre os planos de transição para uma energia verde.

"É um pacote de investimento de 300 mil milhões, 95% do qual vai para as energias renováveis. Por muito paradoxal que isso possa parecer, esta guerra e este comportamento da Rússia, tal como a nossa vontade de acabar com a dependência das energias fósseis russas, aceleram o Pacto Ecológico Europeu. É bom termos esta meta de reduzir as emissões poluentes em 55%, mas é preciso também acelerar e fazer um investimento em massa nas energias renováveis", disse.

Esta guerra e este comportamento da Rússia, tal como a nossa vontade de acabar com a dependência das energias fósseis russas, aceleram o Pacto Ecológico Europeu.
Ursula von der Leyen
Presidente da Comissão Europeia

Von der Leyen deixou também críticas ao que diz ser o uso, por parte da Rússia, das reservas alimentares como arma, tal como aconteceu no setor energético.

"Não podemos desperdiçar nenhuma oportunidade de dialogar com a Rússia no que toca a desbloquear o Mar Negro, porque a Rússia já é responsável pela guerra e pela crise alimentar. Agora está, conscientemente, a bloquear o Mar Negro e é responsável pela fome de milhões de pessoas"

Não podemos desperdiçar nenhuma oportunidade de dialogar com a Rússia no que toca a desbloquear o Mar Negro.
Ursula von der Leyen
Presidente da Comissão Europeia

A União Europeia prometeu abrir canais de solidariedade com a Ucrânia, ou seja, rotas alternativas para o país poder exportar cereais. É algo que vai ser discutido entre os ministros da agricultura dos 27 na reunião desta terça-feira em Bruxelas.

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