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Fim do confinamento à vista em Xangai

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De  Bruno Sousa
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Xangai prepara-se para desconfinar
Xangai prepara-se para desconfinar   -   Direitos de autor  Liu Ying/Xinhua

Há dois meses que as ruas de uma das maiores cidades do mundo estão desertas. A tolerância zero para a covid-19 das autoridades chinesas deixou mais de 21 milhões de pessoas sob um rigoroso confinamento em Xangai e se a medida deixou a população local à beira de um ataque de nervos, já se vislumbra a luz ao fundo do túnel.

A reabertura da cidade está prevista para 1 de junho depois de sete dias consecutivos com o número de novos casos diários da doença a baixar, esta sexta-feira foram apenas 170 não se tendo registado nenhuma vítima mortal.

Xangai prevê um regresso gradual à atividade. Em teoria, por se encontrarem já na categoria de risco menos elevada, os cidadãos são livres para sair, na prática precisam ainda do aval dos comités residenciais, o que mantém a esmagadora maioria presa em casa.

A prioridade das autoridades passa pelo impulso da economia local, da qual depende uma fatia considerável da população mundial. Xangai é o maior porto de mercadorias do planeta.