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Como tornar a União Europeia mais credível face ao alargamento no Prespa Forum na Macedónia do Norte

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De  euronews
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Prespa Forum, em Ohrid, na Macedónia do Norte
Prespa Forum, em Ohrid, na Macedónia do Norte   -   Direitos de autor  LUDOVIC MARIN/AP

Está a decorrer o PrespaFórum, em Ohrid, na Macedónia do Norte, com chefes de Estado e diplomatas dos Balcãs Ocidentais e da União Europeia. Um dos principais temas é como tornar a UE mais credível tanto para o país dos Balcãs Ocidentais como para a Ucrânia.O Presidente ucraniano, que apelou a uma UE forte e consolidada dirigiu-se aos convidados do Fórum. A principal questão é como enviar uma mensagem credível a Kiev numa altura em que a União Europeia tem muitos assuntos pendentes nos Balcãs.

Borut Pahor, Presidente da Eslovénia adianta enfatizando a honestidade que: "Provavelmente o próximo Conselho Europeu não debateria o estatuto da candidatura da Ucrânia à UE se não houvesse guerra. Acredita ainda ser uma boa iniciativa apoioando-a entre nove líderes, nove presidentes da UE, sendo ele um deles e acredita que o Conselho chegará a um consenso sobre o estatuto da candidatura da Ucrânia à UE. Reforçando que acabou de enviar uma carta oficial, ao Presidente do Conselho, Charles Michel, para que a Bósnia e Herzegovina obtenham o mesmo.

De acordo com muitos oradores do Fórum, dar à Ucrânia o estatuto de candidato à UE é um sinal significativo, mas apenas se for acompanhado de resultados concretos no processo de alargamento da UE nos Balcãs Ocidentais.

Manuel Sarrazin, enviado especial do governo alemão para os Balcãs Ocidentais diz que "todos os países que estão à procura de alargamento estão na mesma página. A credibilidade do alargamento para a Ucrânia é a mesma para a Moldávia, para os Balcãs Ocidentais. Refletindo sobre os poucos avanços da União Europeia em relação a um país pequeno como o Montenegro, Macedónia ou Albânia e o que isso pode significar para um país grande como a Ucrânia. 

A Ucrânia está à espera do estatuto de candidato à UE como um sinal forte de solidariedade. A qualidade dessa mensagem da UE dependerá dos atuais esforços da Presidência francesa para motivar Sofia a levantar o veto ao início das negociações para a Macedónia do Norte e Albânia.
Borjan Jovanovski
EURONEWS