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Scholz relança gasoduto ibérico

Olaf Scholz
Olaf Scholz Direitos de autor Michael Sohn/AP
Direitos de autor Michael Sohn/AP
De  Teresa Bizarro com EFE
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Chanceler alemão faz mea culpa por abandono de projeto que começa em Portugal e Espanha

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Alemanha põe de novo na mesa a construção de um gasoduto a partir de Portugal. O ramal de distribuição atravessaria Espanha e França e abasteceria a Europa Central. Depois do falhanço da aposta na energia barata russa, o chanceler alemão revelou esta quinta-feira que o tema voltou a ser conversa em Bruxelas e com os governos envolvidos.

"Tenho estado ocupado com um gasoduto que se perdeu dramaticamente. O gasoduto que deveria ter sido construído entre Portugal, Espanha, através da França, até à Europa Central. Este seria um grande contributo para aliviar a situação e a capacidade de fornecimento em grande escala agora. É por isso que tenho defendido fortemente a abordagem de um projecto como este em conversações com colegas espanhóis e portugueses e em conversações com o presidente francês e a presidente da Comissão," declarou Olaf Scholz, durante uma conferência de imprensa em Berlim.

O chanceler alemão referia-se ao projeto de um gasoduto destinado a distribuir na Europa gás comprado no norte de África. As condutas chegaram a começar ser montadas em 2003, mas a obra foi suspensa porque se considerou ser economicamente mais vantajoso importar gás natural russo através do Báltico.

A coligação dos Sociais-Democratas, Verdes e Liberais, no poder desde Dezembro do ano passado, foi forçada a reduzir apressadamente a dependência energética herdada dos seus antecessores.

O chefe de governo alemão explica que a coligação ficou "surpreendida" com a falta de alternativas a uma redução dos fornecimentos russos. Este reconhecimento foi uma espécie de mea culpa, uma vez que Scholz foi vice-chanceler e ministro das finanças no último governo de Merkel.

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