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Abusos sexuais na Igreja Católica pairam sobre peregrinação a Fátima

Segundo dia da peregrinação a Fátima
Segundo dia da peregrinação a Fátima Direitos de autor PAULO CUNHA/EPA
Direitos de autor PAULO CUNHA/EPA
De  Nara Madeira com AP
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Abusos sexuais na Igreja Católica portuguesa não passam ao lado do encontro de 13 de outubro com os fiéis, em Fátima.

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Os casos de abuso sexual no seio da Igreja Católica portuguesa não passaram ao lado da Peregrinação de 13 de outubro, a Fátima. Não há "desculpa", reconhecia o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, em conversa com os jornalistas antes das celebrações, mas frisava é preciso considerar que a reação da Igreja Católica, na época, seguiu as regras estabelecidas. Hoje, garantia o bispo José Ornelas, teria sido tudo diferente porque mudou tudo.

Na noite de Fátima, no santuário, as mensagens foram claras e de reconforto: "Vemos, ouvimos e lemos", "não podemos ignorar", palavras da escritora portuguesa Sophia de Mello Breyner, repetidas pelo bispo Ornelas, enquanto ia acrescentando que a Igreja tem de proteger e ser modelo.

Mas o caminho é longo. A comissão independente criada para averiguar os abusos sexuais contra crianças, no seio da Igreja Católica Portuguesa, já validou mais de 400 testemunhos. O desafio é que a maior parte destes crimes já não podem ser julgados porque, à luz da lei portuguesa, prescreveram. Apenas 17 foram remetidos ao Ministério Público e outros 30 estão a ser analisados. Mas acredita-se que o número de vítimas seja, infelizmente, muito maior.

Editor de vídeo • Nara Madeira

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