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Os primeiros filhos da guerra que dão ânimo e esperança à Ucrânia

Inna e Dmytro com Sofia ao colo
Inna e Dmytro com Sofia ao colo Direitos de autor Euronews/NLNOS
Direitos de autor Euronews/NLNOS
De  Francisco Marques
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Pouco mais de nove meses após a invasão ordenada por Vladimir Putin, começam a nascer os primeiros filhos da guerra. Sorrisos inocentes para motivar a luta pela liberdade

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Espaço à esperança na Ucrânia. Nove meses após a invasão ordenada pelo Kremlin, os primeiros bebés ucranianos concebidos em tempo de guerra estão a nascer.

São os primeiros filhos destes tempos de guerra. Estão a nascer e a alimentar o sonho de que melhores dias virão para a Ucrânia, mergulhada nas trevas desde 24 de fevereiro.

Milhares de mortos, cidades devastadas e agora... Sofia, a menina dos olhos de Dmytro e Inna, é um destes bebés da esperança.

“Sugeri que fosse para o estrangeiro, mas ela não quis. Quiseram esperar aqui por mim", conta Dmytro, que tem servido a Ucrânia como soldado nesta guerra que somente o Kremlin desejava.

Inna, que descobriu estar grávida dois meses após os tanques russos terem entrado pela Ucrânia, diz que, "se não ficasse, como é que Dmytro poderia conhecer Sofia?".

"Decidimos ir para Lviv, onde havia menos possibilidades de bombardeamentos", acrescenta Inna, sorridente, ao lado de Dmytro e com a filha mais nova nos braços.

De acordo com o operador público neerlandês NOS, a pequena Sofia continua a ser acompanhada regularmente no hospital e o médico da bebé garante que ela está bem de saúde. Os hospitais têm sido alvo dos bombardeamentos russos em várias cidades, mas Lviv mantém-se ainda longe dos principais alvos do Kremlin.

Agora, para Dmytro e Inna, resta apenas proteger bem Sofia para que também ela consiga resistir às agruras deste primeiro inverno de vida. Um inverno manchado pela agressão ordenada por Vladimir Putin há pouco mais de nove meses e que está a deixar milhões de ucranianos em dificuldade para combater o frio, a fome e o perigo dos invasores.

Dmytro teve licença para poder assistir ao parto e desfrutar dos primeiros dias de vida de Sofia, mas daqui por uns dias já estará de volta à defesa do país onde sonha ver um dia a filha crescer sem traumas e ao lado de outras crianças também filhas da guerra.

Outras fontes • NOS

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