Ucrânia interceta 13 ataques russos a Kiev

Mulher desloca-se a pé no centro de Kiev, Ucrânia
Mulher desloca-se a pé no centro de Kiev, Ucrânia Direitos de autor Efrem Lukatsky/Copyright 2022 The AP. All rights reserved.
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Moscovo afirma que caso sistema de defesa aérea norte-americano Patriot chegue à Ucrânia, será considerado alvo militar.

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A Ucrânia diz ter abatido 13 drones-bomba esta quarta-feira, na região central de Kiev. O ataque, proveniente da Rússia, aconteceu pouco depois de os Estados Unidos da América se terem mostrado disponíveis para ceder à defesa ucraniana o Patriot, um dos sistemas antimísseis mais avançados do mundo.

O presidente ucraniano felicitou as forças militares "por impedirem outro ataque de drones iranianos", permitindo que várias vidas fossem salvas, "numa só manhã".  Volodymyr Zelenskyy assegurou ainda o reforço constante da "defesa aérea e a defesa contra os drones" e estar a fazer "tudo para conseguir sistemas mais modernos e mais poderosos para a Ucrânia".

Os ataques desta quarta-feira acabaram por atingir dois edifícios administrativos da capital ucraniana, mas não fizeram vítimas. Kiev alerta no entanto para uma "grande ofensiva russa", entre janeiro e fevereiro do próximo ano.

De Moscovo não há tréguas, nem mesmo durante o Natal, ou na Passagem de Ano. De acordo com o porta-voz do Kremlin, Dmitry Peskov, esta quarta-feira, um cessar-fogo está fora da ordem do dia, mas também não houve qualquer proposta da Ucrânia nesse sentido.

Peskov garante ainda que, caso os sistemas antiaéreos Patriot cheguem de facto à Ucrânia, os equipamentos serão encarados como alvos legítimos das Forças Armadas russas.

Recentemente Moscovo destacou unidades de reservistas para a Bielorrússia, onde tropas locais foram submetidas esta terça-feira a um teste à prontidão de combate

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