EventsEventos
Loader

Find Us

FlipboardLinkedin
Apple storeGoogle Play store
PUBLICIDADE

Centenas de turistas retidos por causa da crise política no Peru

Circulação ferroviária foi interrompida por causa da vaga de protestos
Circulação ferroviária foi interrompida por causa da vaga de protestos Direitos de autor AFP TV
Direitos de autor AFP TV
De  Euronews
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

Dezenas de portugueses estão bloqueados e as manifestações violentas não dão sinais de abrandar

PUBLICIDADE

Centenas de turistas, de várias nacionalidades, estão bloqueados na cidade peruana de Aguas Calientes, aos pés da montanha onde se encontram as ruínas de Machu Picchu, por causa da vaga de protestos que continua no país.

O serviço ferroviário entre Cusco e Machu Picchu está suspenso desde terça-feira, deixando muitas pessoas à beira de um ataque de nervos. Não conseguem regressar a Cusco e temem perder os voos de regresso aos respetivos países.

O local começou, entretanto, a ser evacuado e algumas pessoas já conseguiram sair. 

Uma parte dos mais de 60 portugueses que se encontram retidos, por causa da crise social e política no país, estavam prontos para embarcar mas ainda não era certo que o avião descolasse de Lima. 

As manifestações violentas contra a destituição do ex-presidente, Pedro Castillo, prosseguem. Os protestos já provocaram a morte de pelo menos 18 pessoas e fizeram centenas de feridos.

É pouco provável que a crise política abrande até porque Dina Boluarte, a atual presidente, exclui qualquer hipótese de se demitir.

Numa mensagem à nação, este sábado, apelou, antes, ao Congresso a aprovar eleições antecipadas.

O cenário tinha sido rejeitado na sexta-feira pelos deputados, prolongando o clima de instabilidade.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Peru prolonga estado de emergência

Forças de segurança realizam operações na capital da Nova Caledónia para controlar onda de violência

Presidente da Geórgia garante em entrevista à Euronews que vai vetar lei dos "agentes estrangeiros"