Biden: O apoio dos EUA e dos aliados à Ucrânia continua "inabalável"

Joe Biden na Polónia
Joe Biden na Polónia Direitos de autor Evan Vucci/Copyright 2023 The AP. All rights reserved
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De  Nara Madeira
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Em Varsóvia, Joe Biden afirmou que os EUA e aliados continuarão a lutar pela liberdade e que "a Ucrânia nunca será uma vitória para a Rússia".

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"A Ucrânia nunca será uma vitória para a Rússia", palavras do presidente dos EUA no Castelo de Varsóvia. Joe Biden deslocou-se à Polónia, pela segunda vez desde o início da invasão russa da Ucrânia. 

Na capital polaca teceu elogios aos governantes, atuais e anteriores, do país e ao povo polaco pela forma como receberam e "abraçaram" os refugiados, fugidos do país vizinho, enquantos os tanques russos punham em causa a integridade territorial da Ucrânia. 

Biden aproveitou para ressalvar a "força" e a "resistência" do Presidente Volodymyr Zelensky e do seu povo que continuam a bater-se pela "soberania" do seu país, pela sua "liberdade".

"Há um ano, o mundo estava a preparar-se para a queda de Kiev. Bem, acabo de vir de uma visita a Kiev e posso dizer que Kiev está forte. Kiev está orgulhosa, de pé e, mais importante, está livre".
Joe Biden
Presidente dos EUA

Para o chefe de Estado norte-americano quando a Rússia invadiu a Ucrânia não foi só Kiev que foi posto à prova, foi o mundo inteiro: "a Europa foi posta à prova. Os EUA foram postos à prova. A NATO foi posta à prova".

Falando aos "autocratas", como se se dirigisse, diretamente, a Vladimir Putin, o Presidente russo, Biden afirmou que "eles só compreendem uma palavra: Não, não. Não, não, não me tirarão o meu país". Não, não me tirarão a liberdade. Não, não tirarão o meu futuro", acrescentando que o apoio dos EUA e dos seus aliados à Ucrânia continua "inabalável".

O chefe de Estado prometeu mais sanções contra a Rússia e Justiça pelos crimes contra a Humanidade e de guerra cometidos por Moscovo, mas não pode evitar alguma ironia.

Segunda-feira, Biden esteve na Ucrânia, onde se encontrou com o seu homólogo Volodymyr Zelenskyy. Uma visita não anunciada e preparada com o maior secretismo.

Quarta-feira, o presidente dos EUA deverá reunir-se com a chamada Iniciativa Bucareste 9, Bulgária, República Checa, Estónia, Hungria, Letónia, Lituânia, Polónia, Roménia e Eslováquia e com o Secretário-Geral da NATO.

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