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Repórteres sem Fronteiras aponta o dedo à desinformação

Dia Mundial da Liberdade de Imprensa
Dia Mundial da Liberdade de Imprensa Direitos de autor Mark Lennihan/Copyright 2021 The AP. All rights reserved
Direitos de autor Mark Lennihan/Copyright 2021 The AP. All rights reserved
De  Euronews
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Segundo a Organização não Governamental, os atores políticos estão regularmente envolvidos em campanhas de propaganda

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Por ocasião do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa, que se assinala esta quarta-feira, a Repórteres sem Fronteiras publicou o seu relatório anual sobre o tema e apontou o dedo à desinformação. A ONG afirma que os atores políticos estão regularmente envolvidos em campanhas de propaganda

"Com o advento da era digital, todo o panorama da informação mudou. As plataformas digitais permitem informarmo-nos, mas também estão a proporcionar um terreno fértil para aqueles que semeiam desinformação e teorias da conspiração. Encontramo-nos numa nova encruzilhada", afirmou Audrey Azoulay, diretora-geral da UNESCO.

Na lista da Repórteres sem Fronteiras sobre a Liberdade de Imprensa, aNoruega lidera a classificação, seguida da Irlanda e da Dinamarca.

Portugal caiu do sétimo para o nono lugar, passando de uma "situação muito boa" para o grupo de países com "uma situação satisfatória".

A França subiu dois lugares para o 24º lugar e o Brasil também subiu com a eleição do Presidente Lula.

A Rússia desceu 9 lugares, passando a ocupar o lugar 164.

Nos piores lugares da tabela estão o Vietname, a China e a Coreia do Norte.

Segundo a Repórteres sem Fronteiras, a região do Magrebe do Médio Oriente continuam a ser as mais perigosas para os jornalistas. Na Europa, o exercício do jornalismo é considerado mais fácil.

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