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ONU acusa Rússia de matar 136 crianças ucranianas em 2022

Médicos militares ucranianos tratam um soldado com concussão num hospital de campanha na região de Donetsk, na Ucrânia, esta quinta-feira.
Médicos militares ucranianos tratam um soldado com concussão num hospital de campanha na região de Donetsk, na Ucrânia, esta quinta-feira. Direitos de autor Evgeniy Maloletka/AP Photo
Direitos de autor Evgeniy Maloletka/AP Photo
De  Verónica Romano
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Forças russas são acusadas de terem atacado 480 escolas e hospitais na Ucrânia, no ano passado

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A Organização das Nações Unidas (ONU) coloca a Rússia na lista dos principais responsáveis pela morte de crianças em conflitos.

As forças russas são acusadas de terem matado 136 menores e atacado 480 escolas e hospitais na Ucrânia, em 2022.

O relatório donde constam as acusações também aponta falhas à Ucrânia, mas não coloca o país na lista negra.

O secretário-geral da ONU, António Guterres, lamenta a ineficiência do Conselho de Segurança, cuja missão é zelar pela manutenção da paz e da segurança internacionais.

"O Conselho de Segurança não só deixou de ser representativo do mundo, mas também está frequentemente paralisado, tal como é o caso da guerra na Ucrânia", diz Guterres. "E mesmo os vários grupos e plataformas fora do sistema multilateral, como o G20, são apanhados por estas divisões".

O mundo não pode continuar assim.
António Guterres
Secretário-geral das Nações Unidas

De visita aos Estados Unidos, Narendra Modi, primeiro-ministro indiano, garantiu a Joe Biden que a Índia está pronta para ajudar à paz na Ucrânia.

"Com o conflito na Ucrânia, a guerra voltou à Europa. Está a causar muita dor na região. Algo que envolve grandes potências, os resultados são severos", comentou. "A ordem global é baseada no respeito dos princípios da Carta da ONU, na resolução pacífica de disputas e respeito pela soberania e integridade territorial".

Na Ucrânia, bombas russas continuam a cair em Kherson, confirma a administração militar da região.

O presidente Zelenskyy acusa Moscovo de criar grupos para "remover" e "esconder os corpos dos mortos" como forma de "destruir provas e vestígios dos seus crimes" no território ucraniano.

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