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Jornalista francês nascido em Sarajevo e morto na Ucrânia entra na Legião de Honra

Jornalista da AFP Arman Soldin morto em Bakhmut era um amigo e defensor dos animais
Jornalista da AFP Arman Soldin morto em Bakhmut era um amigo e defensor dos animais Direitos de autor SERGEI SUPINSKY / AFP
Direitos de autor SERGEI SUPINSKY / AFP
De  Francisco Marques
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Arman Soldin entrou como estagiário na AFP em 2015 e oito anos depois estava destacado na Ucrânia. Morreu após um bombardeamento russo em Bakhmut

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Jornalista, editor de vídeo e agora Cavaleiro da Legião de Honra de França a título póstumo. Arman Soldin morreu em trabalho no leste da Ucrânia e agora recebeu a mais alta distinção gaulesa, por decreto do Presidente Emmanuel Macron, publicado no Jornal Oficial da República.

Nascido em Sarajevo, no limiar da dissolução da Jugoslávia, em 21 de março de 1991, mudou-se para França com a mãe e os irmãos em 2002, tendo mais tarde requerido a naturalização como francês, Arman Soldin seguiu as pisadas do pai, um famoso jornalista na Bósnia-Herzegovina, e entrou como estagiário para a agência France Press, em 2015.

Oito anos depois, Soldin estava destacado na Ucrânia como coordenador de vídeo da AFP, integrando uma equipa de cinco jornalistas que acompanhava os soldados ucranianos na linha da frente da invasão russa, no leste do país invadido.

Numa das últimas publicações na rede social Twitter, a 8 de maio, Soldin mostrou-nos o trabalho de uma equipa de médicos que assistia soldados ucranianos feridos em combate.

Arman Soldin morreu a 9 de maio na sequência de um bombardeamento russo perto de Bakhmut. Tinha 32 anos.

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