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NATO garante: "Israel não está sozinho" na guerra contra o Hamas

Lloyd Austin e Jens Stoltenberg, em Bruxelas
Lloyd Austin e Jens Stoltenberg, em Bruxelas Direitos de autor Virginia Mayo/AP Photo
Direitos de autor Virginia Mayo/AP Photo
De  Francisco Marques
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Ataque terrorista do fim de semana saltou para o topo da agenda da Aliança atlântica um dia depois da presença de Zelenskyy para atualizar a resposta à invasão russa

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O ataque do Hamas a Israel saltou para o topo da agenda da NATO, no segundo dia de cimeira em Bruxelas.

Depois de um primeiro dia marcado pela presença física do presidente da Ucrânia, neste segundo dia de cimeira, a Aliança ouviu por videoconferência o ministro da Defesa de Israel,  Yoav Gallant.

Tanto o secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, como o secretário de Estado da Defesa dos Estado Unidos, Lloyd Austin, condenaram os ataques do Hamas e garantiram que o Estado hebraico não está sozinho na luta contra o terrorismo.

"No nosso encontro de ministros da Defesa estamos a debater um vasto leque de temas: como apoiar a Ucrânia; a nossa dissuasão e defesa; as missões e operações no Kosovo e no Iraque; e esta manhã falamos sobre os horríveis ataques terroristas contra Israel cometidos no fim de semana pelo Hamas, com as informaçoes do ministro da Defesa de Israel", antecipava Stoltenberg antes da cimeira.

Ao lado, Lloyd Austin sublinhou o "repúdio pelo ataque terrorista do Hamas contra Israel" e disse estar ciente da "determinação" da Aliança "em apoiar o direito israelita à autodefesa."

Os aliados manifestaram a "solidariedade com Israel", deixaram claro que o país tem "o direito de se defender de forma proporcional contra estes injustificados atos de terror", pediram "ao Hamas para libertar imediatamente todos os reféns" e para "a máxima proteção possível dos civis".

Os membros da NATO também deixaram claro que "nenhuma nação ou organização deve procurar tirar vantagem da situação [no Médio Oriente] ou agrava-la".

Durante esta reunião de dois dias da NATO, foram também debatidas as recentes suspeitas de sabotagem num gasoduto submarino que liga a Finlândia e a Estónia.

"Se for provado ter-se tratado de um ataque deliberado numa importante infraestrutura da NATO, trata-se de um caso grave e também será gerido com uma resposta unida e determinada da NATO", anunciou a Aliança.

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