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Putin acusa Kiev e o ocidente de responsabilidade nos distúrbios no Daguestão

Dezenas de pessoas que invadiram as pistas do aeroporto de Makhachkala, no Daguestão
Dezenas de pessoas que invadiram as pistas do aeroporto de Makhachkala, no Daguestão Direitos de autor -/Copyright 2023 The AP. All rights reserved.
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De  Euronews
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Putin convocou uma reunião extraordinária com o governo, os chefes de ambas as câmaras do parlamento e as estruturas de segurança, para abordar “as tentativas do ocidente de aproveitar a situação no Médio Oriente para dividir a sociedade russa”.

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O Presidente russo, Vladimir Putin, acusou hoje a Ucrânia e os serviços secretos ocidentais de instigarem os motins antissemitas que eclodiram na segunda-feira à noite na república do Daguestão, no norte do Cáucaso.

"Os acontecimentos em Makhachkala foram instigados através das redes sociais, incluindo a partir da Ucrânia, pelos serviços secretos ocidentais", disse Putin no início da reunião extraordinária com o governo, os chefes de ambas as câmaras do parlamento e as estruturas de segurança, que convocou após os incidentes.

Putin, que apelou às forças de segurança para garantirem a ordem constitucional e defenderem a harmonia étnica e religiosa na sociedade russa, acusou Kiev de, “sob a direção dos seus patrocinadores ocidentais, tentar provocar pogroms na Rússia”.

“Nunca deixo de me surpreender com o regime de Kiev e seus senhores do outro lado do oceano”, disse.

O Kremlin afirmou esta segunda-feira que os motins antissemitas foram “em grande parte resultado de interferência estrangeira” e os Negócios Estrangeiros acusaram diretamente Kiev de estar por detrás da alegada provocação.

Imagens divulgadas pelos media mostraram uma multidão de centenas de pessoas no aeroporto de Makhachkala em busca de judeus e cidadãos israelitas, e até avançando pelas pistas para tentarem entrar num avião vindo de Telavive.

Pelo menos 60 pessoas foram presas e mais de vinte ficaram feridas, incluindo nove agentes da polícia, dois deles em estado grave.

Segundo o chefe da comunidade judaica do Daguestão, a polícia teve de assumir a segurança das sinagogas.

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