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"Ucrânia será membro da NATO" após a guerra, garante secretário-geral Jens Stoltenberg

ARQUIVO Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskyy fala aos jornalistas em reunião com a NATO
ARQUIVO Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelenskyy fala aos jornalistas em reunião com a NATO Direitos de autor Virginia Mayo/Copyright 2023 The AP. All rights reserved
Direitos de autor Virginia Mayo/Copyright 2023 The AP. All rights reserved
De  Euronews
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Os membros da NATO concordam que a Ucrânia irá aderir à aliança, mas só depois da guerra com a Rússia e se o país aplicar as reformas recomendadas pelos aliados. Garantia foi dada pelo secretário-geral da organização, Jens Stoltenberg.

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O secretário-geral da NATO, Jens Stoltenberg, afirmou que a Ucrânia fará parte da aliança. Os aliados concordam, no entanto, que a adesão só poderá ser concretizada num cenário de paz e após Kiev adotar "recomendações para as reformas" no país

Após uma reunião entre a NATO e a Ucrânia, Stoltenberg fez ainda uma atualização sobre a situação no terreno, onde admite não haver avanços.

"A linha da frente não se moveu muito e, claro, gostaríamos de que libertassem o máximo de território possível, o mais rapidamente possível, mas mesmo que a linha da frente não se tenha movido, os ucranianos conseguiram infligir pesadas perdas aos invasores russos".

Avdiivka é há mais de um mês palco de uma das mais sangrentas batalhas desde o início da invasão. 

O controlo da antiga cidade mineira a poucos quilómetros de Donetsk pode permitir à Rússia um melhor posicionamento na região para tomar outras cidades até ao controlo total da província.

Apenas cerca de 1.350 pessoas ainda vivem na cidade, quando, antes da guerra rondavam as 30 mil.

Exportação de cereais em risco

Em Kiev, o presidente Volodymyr Zelenskyy criticou Moscovo por também estar a bloquear os portos ucranianos de exportação de cereais.

A Rússia alertou este verão que todos os navios no Mar Negro em direção à Ucrânia seriam considerados veículos para transporte de armas.

"A exportação de alimentos da Ucrânia afeta a vida de cerca de 400 milhões de pessoas em diferentes partes do mundo, em África e na Ásia, as nações mais pobres e aquelas cuja vida social é estável, mas que infelizmente a qualquer momento podem ser atingidas pelo caos devido à escassez de alimentos nas mesas das pessoas", disse o presidente ucraniano.

A agravar a situação, uma tempestade no Mar Negro obrigou à interrupção do carregamento de crude e de cereais nos principais portos da Rússia e da Ucrânia, além de ter deixado sem eletricidade cerca dois milhões de pessoas em toda a região.

O mau tempo já matou pelo menos oito pessoas na Crimeia anexada pela Rússia, noutras regiões ocupadas da Ucrânia e na Moldávia.

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