Um morto e oito feridos em ataque russo à cidade ucraniana de Kropyvnytskyi

Várias pessoas reuniram-se em Kiev no funeral do sniper ucraniano Rostyaslav "Jeri" Teschenko
Várias pessoas reuniram-se em Kiev no funeral do sniper ucraniano Rostyaslav "Jeri" Teschenko Direitos de autor Evgeniy Maloletka/Copyright 2020 The AP. All rights reserved
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Um novo ataque russo, desta vez à cidade de Kropyvnytskyi, na região centro ucraniana, fez um morto e oito feridos. Casa Branca acusa Rússia de atacar Ucrânia com mísseis norte-coreanos.

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Uma pessoa morreu e outras oito ficaram feridas num ataque russo na cidade de Kropyvnytskyi, na região centro da Ucrânia, no mesmo dia em que Washington acusou a Rússia de usar mísseis balísticos fornecidos pela Coreia do Norte.

O Ministério da Energia da Ucrânia disse que uma infraestrutura elétrica foi danificada no ataque, bem como alguns cabos de abastecimento doméstico. 

Em Kiev, várias pessoas reuniram-se para o funeral de um conhecido sniper ucraniano, Rostyaslav "Jeri" Teschenko, que morreu em 28 de dezembro do ano passado.

Teshchenko fez parte do batalhão Azov durante três anos e regressou à Ucrânia em 24 de fevereiro de 2022 após a invasão da Rússia.

Entretanto, a Casa Branca disse ter evidências de que a Rússia usou mísseis balísticos norte-coreanos contra a Ucrânia e acrescenta que Moscovo está ainda a negociar com o Irão a compra de mísseis balísticos de curto alcance.

"Temos informação de que a República Popular Democrática da Coreia recentemente forneceu à Rússia lançadores de mísseis balísticos e vários mísseis balísticos. Em 30 de dezembro de 2023, as forças russas lançaram pelo menos um desses mísseis balísticos norte-coreanos na Ucrânia", afirmou John Kirby, porta-voz do Conselho de Segurança Nacional dos Estados Unidos.

Também na quinta-feira, o Secretário-Geral das Nações Unidas, António Guterres, saudou a troca de 230 prisioneiros de guerra ucranianos e 248 russos entre os dois países, mediada pelos Emirados Árabes Unidos.

A porta-voz das Nações Unidas, Stephanie Tremblay, referiu que Guterres elogiou os esforços de ambas as partes, bem como a facilitação das negociações pelos Emirados Árabes Unidos.

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