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Borrell no Líbano: "Este conflito é a última coisa de que o país precisa"

Borrell esteve reunido em Beirute com o chefe do governo libanês Naijib Mikati
Borrell esteve reunido em Beirute com o chefe do governo libanês Naijib Mikati Direitos de autor Hassan Ammar/AP
Direitos de autor Hassan Ammar/AP
De  Euronews
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Comentários surgem no dia em que o Hezbollah envia uma série de rockets para território Israelita, em retaliação pela morte de um líder do Hamas em Beirute.

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O chefe da diplomacia da União Europeia alertou para o risco de o conflito entre Israel e o Hamas se propagar ao Líbano. Em Beirute, juntamente com o chefe do governo libanês Naijib Mikati, o Alto Representante da União Europeia para os Negócios Estrangeiros e a Política de Segurança, Josep Borrell, afirmou que é absolutamente necessário evitar que o Líbano seja arrastado para um conflito regional. Segundo Borrell, o conflito obrigou já mais de 70.000 civis a deslocar-se no país.  

"Penso que a guerra pode ser evitada. Tem de ser evitada. A diplomacia pode prevalecer na procura de uma solução melhor. É imperativo evitar uma escalada regional no Médio Oriente. É absolutamente necessário evitar que o Líbano seja arrastado para um conflito regional. Esta é a última coisa de que o Líbano precisa", disse Borrell.

Borrell insistiu ainda na implementação da solução de dois Estados, defendida pela União Europeia

Os comentários surgem no dia em que as milícias libanesas do Hezbollah dispararam dezenas de rockets contra o norte de Israel, avisando que esta era a resposta ao assassínio, presumivelmente por Israel, de um líder de topo do grupo aliado Hamas na capital do Líbano no início desta semana. O ataque ocorreu um dia depois de o líder do Hezbollah, Sayyed Hassan Nasrallah, ter afirmado que o seu grupo devia retaliar pela morte de Saleh Al-Arouri, vice-líder político do Hamas, num reduto do Hezbollah a sul de Beirute. Nasrallah afirmou que, se o Hezbollah não retaliasse, todo o Líbano ficaria vulnerável a um ataque israelita.

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