Blinken na Jordânia depois de encontros na Turquia e Grécia

Blinken com o chefe da diplomacia da Jordânia, Ayman Safadi
Blinken com o chefe da diplomacia da Jordânia, Ayman Safadi Direitos de autor Evelyn Hockstein/AP
De  Euronews com AP
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Neste périplo por vários países do Mediterrâneo e do Médio Oriente, Blinken procura aliados para uma paz duradora na região, numa altura de elevada tensão. É a quarta visita ao Médio Oriente desde outubro.

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O Secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, chegou à capital da Jordânia, Amã, no sábado, para continuar a sua visita ao Médio Oriente, no meio de crescentes tensões regionais.

Blinken já se encontrou com o rei Abdullah II e com o ministro dos Negócios Estrangeiros, Ayman Safadi. Visitou também um armazém do Programa Alimentar Mundial, de onde está a ser enviada ajuda alimentar para a Faixa de Gaza

Há semanas que os EUA têm vindo a pressionar Israel no sentido de permitir a entrada em Gaza de maiores quantidades de alimentos, água, combustível, medicamentos e outros abastecimentos. O Conselho de Segurança da ONU aprovou uma resolução a 22 de dezembro apelando a um aumento imediato das entregas. Há três semanas, Israel abriu Kerem Shalom, acrescentando um segundo ponto de entrada de ajuda em Gaza, depois de Rafah. No entanto, as entregas continuam muito abaixo do nível exigido.

Blinken começou a viagem visitando a Turquia e a Grécia, onde abordou a guerra em curso na Faixa de Gaza. Depois de uma primeira paragem na Turquia, onde se encontrou com o presidente Recep Tayyp Erdoğan, seguiu para a ilha grega de Creta, onde esteve reunido com o primeiro-ministro Kiriakos Mitsotakis. Durante este último encontro, disse que a sua viagem seria dominada por "conversas não necessariamente fáceis" com aliados e parceiros sobre o que estão dispostos a fazer "para construir uma paz e uma segurança duradouras".

A Jordânia é a primeira nação árabe na digressão de Blinken, seguindo-se o Qatar, os Emirados Árabes Unidos e a Arábia Saudita. Depois visitará Israel e a Cisjordânia antes de terminar a viagem no Egito. É a quarta visita ao Médio Oriente desde que começou este conflito na Faixa de Gaza, com os ataques do Hamas a 7 de outubro.

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