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Blinken acredita que “há espaço para um acordo” apesar de Israel rejeitar cessar-fogo em Gaza

Netanyahu rejeita proposta de cessar-fogo do Hamas
Netanyahu rejeita proposta de cessar-fogo do Hamas Direitos de autor  Tsafrir Abayov/Copyright 2024 The AP. All rights reserved.
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De Euronews
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Benjamin Netanyahu recusou acordo de 135 dias para a libertação de 136 reféns e 1500 prisioneiros palestinianos.

Os esforços diplomáticos de vários dias para conseguir um cessar-fogo na Faixa de Gaza, liderados pelos Estados Unidos, terminaram com uma rejeição por parte de Israel. O primeiro-ministro Benjamin Netanyahu recusou as condições impostas pelo Hamas para um acordo de trégua de 135 dias para a libertação de 136 reféns e 1500 prisioneiros palestinianos.

O Secretário de Estado norte-americano esperava, segundo as agências internacionais, que Israel estivesse disposto a aceitar as propostas do Hamas, que incluem uma pausa de 45 dias nos combates, a devolução gradual dos restantes reféns, a entrega de alimentos e outras ajudas a Gaza, e a saída das suas tropas da Faixa de Gaza.

"O que vos posso dizer sobre estas conversações é que, embora existam falhas claras na resposta do Hamas, acreditamos que há espaço para um acordo e vamos trabalhar incansavelmente até atingirmos esse objetivo", indicou Antony Blinken, secretário de Estado dos EUA. 

O primeiro-ministro israelita considerou a proposta do grupo terrorista “ilusória” e afirmou que a vitória será de Israel “numa questão de meses”.

“Estamos a caminho da vitória absoluta. A vitória está ao nosso alcance. Não é uma questão de anos ou dezenas de anos, é uma questão de meses. O exército está a fazer milagres e está a avançar sistematicamente para atingir todos os objetivos a que foi proposto a nível político: a eliminação do Hamas, a libertação de todos os reféns e a promessa de que Gaza não será uma ameaça para Israel", disse Netanyahu, primeiro-ministro de Israel.

Entretanto, a situação humanitária em Gaza continua a degradar-se, com as entregas de alimentos e de água a serem bloqueadas por Israel.

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