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Carros elétricos Vs. os de combustão interna: os novos benefícios em Portugal

Carros elétricos Vs. os de combustão interna: os novos benefícios em Portugal
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De  Francisco Marques
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Os mais inovadores modelos movidos a energias renováveis estão em exibição, mas há também novidades mais amigas do ambiente para quem prefere os tradicionais motores a gasóleo ou gasolina.

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Novos modelos de carros elétricos e híbridos estão entre as estrelas do Salão Automóvel de Genebra. Estes veículos mais económicos no consumo, amigos do ambiente e silenciosos prometem tomar conta das estradas a médio prazo, mas, ao mesmo tempo, os veículos de combustão interna (gasolina, gasóleo ou gás) não parecem ter ainda os dias contados.

Geneva Motorshow 2017 – which electric cars to expect https://t.co/WMKguvROIHpic.twitter.com/b6DnhtwFD5

— drive EV (@driveEV) 24 de fevereiro de 2017

Em Portugal, os proprietários de carros elétricos beneficiam de isenção do ISV (Imposto Sobre Veículos) e do IUC (Imposto Único de Circulação). Foi aberto ainda um novo programa de incentivo à mobilidade elétrica proposto pelo Minisério do Ambiente (veja mais abaixo).

Existe ainda, contudo, quem defenda os carros com motores tradicionais, poluentes, mas que têm vindo também a evoluir para modelos cada vez mais amigos do ambiente, com emissões poluentes cada vez mais reduzidas.

O líder do grupo PSA (Peugeot, Citroën e DS), o português Carlos Tavares, é, por exemplo, um dos defensores dos motores a “diesel” (gasóleo) e alerta: “se a eletricidade disponibilizada para os carros de ‘emissões zero’ for produzida em centrais movidas a carvão, os problemas poluentes mantém-se.”

O editor automóvel da Carfection e da Roadshow (CNet), alex Goy, estima que “vai haver sempre espaço para grandes e potentes motores, que fazem muito barulho. Sobretudo, garante, “porque haverá sempre idiotas” como ele “que gostam muito deste tipo de carros”.

“Tal como os cavalos ou os veleiros, estes carros (de combustão interna) irão tornar-se artigos de luxo aos quais apenas alguns poderão aceder e desfrutar”, antecipa Alex Goy.

Time to end the Geneva show (day one) the traditional way: Whisky with morganmotor</a> <a href="https://t.co/4PGg20FV3v">pic.twitter.com/4PGg20FV3v</a></p>&mdash; Alex Goy (A1GOY) 7 de março de 2017

Para já, na prática, ter um carro elétrico ou híbridos ainda não é para todas as bolsas. A poupança energética no médio ou longo prazo e o bem-estar do planeta têm ainda um preço elevado no custo imediato dos modelos e uma autonomia limitada às grandes cidades equipadas com postos de recarregamento. Faltam postos de carregamento elétrico a distâncias seguras.

Veja aqui o episódio do Contas Poupança, da SIC, sobre carros elétricos

Em Genebra, as marcas exibem este ano novos modelos de veículos elétricos e híbridos (misto de motores elétricos e combustão interna), mas os motores a gasolina e gasóleo continuam também a maravilhar os entusiastas da condução.

Mostramos-lhe alguns dos modelos em destaque este ano no Salão Automóvel de Genebra nesta fotogaleria :

Geneva Car Show 2017#### Novos benefícios na aquisição de carro elétrico em Portugal

O Ministério do Ambiente português abriu a 18 de fevereiro, através do Fundo Ambiental, as candidaturas ao incentivo pela introdução no consumo de veículos de baixas emissões poluentes. O concurso prevê “a atribuição de 2250 euros a quem adquira um veículo ligeiro 100 por cento elétrico, novo, sem matrícula e com data a partir de janeiro deste ano”, explicou o organismo. Foi também aberto um Programa de Apoio à Mobilidade Elétrica na Administração Pública. Deste, “o Fundo Ambiental recebeu 119 candidaturas para a compra de veícuzlos alétricos para os serviços urbanos ambientais, um investimento cujo valor total ascende aos 20 milhões de euros”, informou esta semana o Minisério do Ambiente.

São elegíveis pessoas singlares “limitadas a um veículo cada”, e pessoas coletivas, sendo esta “limitadas a um máximo de cinco veículos cada”. Para a candidatura, “não será necessário o abate de um veículo em fim de vida”, como acontecia antes.

O prazo limite para a apresentação de candidaturas e de todos os documentos obrigatórios é 30 de novembro de 2017, com o incentivo a cessar assim que forem atribuídas as primeiras 1000 unidades de inventivo.

(Fonte: Fundo Ambiental)

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