EventsEventosPodcasts
Loader
Encontra-nos
PUBLICIDADE

Emmanuel Macron quer Europa mais forte, soberana e unida

Emmanuel Macron quer Europa mais forte, soberana e unida
Direitos de autor LUDOVIC MARIN/AP
Direitos de autor LUDOVIC MARIN/AP
De  Euronews
Publicado a
Partilhe esta notíciaComentários
Partilhe esta notíciaClose Button
Copiar/colar o link embed do vídeo:Copy to clipboardCopied

Chefe de Estado francês apresentou prioridades para a presidência rotativa da União Europeia que arranca a 1 de janeiro do ano que vem

PUBLICIDADE

Criar uma Europa "mais forte, soberana e unida."

No palácio do Eliseu, Emmanuel Macron elencou, esta quinta-feira, as prioridades da presidência francesa da União Europeia (UE), que arranca em janeiro sob o mote: "Recuperação poder e pertença."

"A nossa Europa deve ser uma Europa na qual possamos produzir, criar riqueza e estar à frente em matéria de inovação. Mas também deve ser uma Europa que deve defender o seu modelo social porque não temos as mesmas escolhas coletivas da Ásia ou dos EUA", sublinhou o presidente francês.

Para as vozes críticas da União Europeia e os governos populistas, Macron deixou um alerta.

"Há forças políticas que colocam em causa aquilo que é a base dos valores que fizeram a nossa Europa. Por isso, precisamos de refletir sobre novas ferramentas, não só sobre sanções, mas também sobre apoio e acompanhamento. Há um trabalho político profundo porque devemos também olhar para países que duvidam da realidade ou da relevância destes valores", acrescentou.

A partir de 1 de janeiro, França assume a presidência rotativa da União Europeia durante seis meses.

Em abril há eleições presidenciais no país, o que pode representar um duplo desafio se o presidente se recandidatar.

Partilhe esta notíciaComentários

Notícias relacionadas

Procurar apartamento para comprar: em que sítio da Europa será mais caro?

BCE mantém as taxas de juro inalteradas, uma vez que o controlo da inflação continua a ser fundamental

O sentimento económico da Alemanha desce mais do que o esperado: A recuperação está em risco?