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Credit Suisse: Lagarde fala em decisões “instrumentais” para restaurar condições de mercado

Presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde
Presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde Direitos de autor European Union, 2023.
Direitos de autor European Union, 2023.
De  Euronews
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Presidente do BCE manifestou-se durante intervenção em comissão do Parlamento Europeu, em Bruxelas

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Os mercados de ações europeus digeriram, de forma positiva, a compra do Credit Suisse pelo grupo bancário UBS.

Depois de reverterem as perdas iniciais, as ações dos bancos europeus voltaram a terreno positivo.

Em Bruxelas também se saudou a aquisição do gigante bancário Credit Suisse, com os legisladores europeus a falarem num passo decisivo para apoiar o sistema financeiro e tranquilizar os mercados.

Durante uma intervenção numa sessão de uma comissão do Parlamento Europeu em Bruxelas, a presidente do Banco Central Europeu, Christine Lagarde, descreveu as últimas decisões das autoridades suíças como instrumentais para restaurar as condições de mercado.

As preocupações de que os problemas do Credit Suisse pudessem ter um efeito de contágio na zona do euro foram consideradas infundadas por Lagarde.

"Estamos a monitorizar de perto os desenvolvimentos do mercado e estamos prontos para responder conforme for necessário para preservar a estabilidade de preços e a estabilidade financeira na zona do euro. O setor bancário da zona do euro é resiliente, com fortes posições de capital e liquidez”, sublinhou Lagarde.

Numa ação coordenada anterior, o BCEuniu-se a outros cinco bancos centrais (Banco do Canadá, Banco de Inglaterra, Banco do Japão, Reserva Federal [dos EUA] e o Banco Nacional da Suíça ) para reforçar a liquidez do mercado e aliviar a crise na banca.

O anúncio surgiu no rescaldo da decisão do BCE de aumentar as taxas de juro de referência em 0,5 pontos percentuais - um agravamento que surpreendeu alguns observadores, mas que foi considerado "apropriado" por Lagarde.

O governo alemão fez eco das observações da presidente do BCE.

"A situação não é comparável com 2008 e 2009. Os legisladores e supervisores bancários na Europa aprenderam com a crise financeira global de 2008 e intensificaram significativamente a regulação bancária”, sublinhou Wolfgang Büchner, porta-voz do governo alemão.

O Credit Suisse tornou-se na mais recente e mais importante vítima de uma crise de confiança que já levou à falência de dois bancos americanos de médio porte.

O segundo maior credor da Suíça foi considerado um dos 30 bancos mais importantes do mundo - e é por isso que esta compra pelo grupo bancário UBS foi acelerada pelas autoridades suíças.

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