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Uma acústica perfeita para Jonas Kaufmann na Acrópole de Atenas

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De  Andrea Buringeuronews
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A Acrópole de Atenas, construída no ano 161 DC, serviu de cenário a uma viagem musical pelas obras de Verdi, Bizet e Puccini.

O tenor alemão cantou Verdi e Bizet e comunicou com os deuses na Acrópole de Atenas.

Pela primeira vez, o tenor alemão Jonas Kaufmann subiu ao palco no teatro Odeon de Herodes Atticus, na Acrópole de Atenas, na Grécia. “É fascinante sentir o encanto do mundo antigo e pensar que há dois mil anos havia aqui espectadores de arte", contou à euronews o tenor alemão.

A magia dos locais históricos

A Acrópole de Atenas, construída no ano 161 DC, serviu de cenário a uma viagem musical pelas obras de Verdi, Bizet e Puccini. O tenor alemão foi acompanhado pela orquestra da Ópera Nacional da Grécia. “Temos muita sorte, aqui na Grécia, porque o nosso país está repleto de teatros antigos do período clássico. Há também vestígios do período romano-helenístico e temos muitos conservatórios. Ao longo dos anos, tentámos usar toda a energia desses lugares históricos da melhor forma”, afirmou Giorgos Koumendakis, diretor artístico da Ópera Nacional da Grécia.

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O tenor alemão Jonas Kaufmann em Atenaseuronews

Uma acústica perfeita

Os tesouros arquitetónicos da Grécia suscitaram o interesse de Jonas Kaufmann. O tenor alemão quis estudar as características de cada sítio. “A acústica do anfiteatro é geralmente excelente. Os gregos sabiam construir muito bem. Estou num dos teatros mais impressionantes do mundo e um dos mais antigos. Pergunto-me se poderia cantar uma frase no sítio exato que eu considero ideal”, comentou Jonas Kaufmann, durante a representação.

A ária Nessun Dorma da ópera Turandot de Giacomo Puccini foi um dos destaques do espetáculo.

“Posso revelar um destaque do concerto: Nessun Dorma. Jonas Kaufmann já cantou a obra tantas vezes que perdi a conta. Mas cada vez que ele canta, é uma delícia, deixa as pessoas felizes. É uma experiência extraordinária”, sublinhou o maestro Jochen Rieder.

“É muito belo para um artista subir ao palco num local com tanta história. Houve muitos gregos que me disseram: 'vai ver que vai comunicar com os deuses porque estamos muito perto deles'", concluiu o tenor alemão.

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