Newsletter Boletim informativo Events Eventos Podcasts Vídeos Africanews
Loader
Encontra-nos
Publicidade

Novo Incêndio no campo de refugiados de Moria

Novo Incêndio no campo de refugiados de Moria
Direitos de autor  Petros Giannakouris/Copyright 2020 The Associated Press. All rights reserved
Direitos de autor Petros Giannakouris/Copyright 2020 The Associated Press. All rights reserved
De Nara Madeira
Publicado a Últimas notícias
Partilhar Comentários
Partilhar Close Button
Copiar/colar o link embed do vídeo: Copy to clipboard Link copiado!

Novo incêndio no campo de refugiados de Moria, na Grécia, provoca nova fuga em massa.

Um segundo incêndio, na noite de quarta-feira, no campo de refugiados de Moria, na ilha de Lesbos, na Grécia obrigou quem ainda aí permanecia, nas áreas não devastadas pelo fogo da noite anterior, a partir. Nova tragédia num espaço que albergava, até terça-feira, pelo menos 13 mil pessoas. Agora dorme-se no exterior do campo, ainda que muitos já estivessem aí instalados devido à sobrelotação.

Um camaronês, Leonie Raymon, explica que não tem "para onde ir já que ardeu tudo", acrescenta que dormem no exterior do campo e que ficarão por ali, e que "nenhuma organização, ou entidade governamental grega" se deslocou ao local para ajudá-los.

Já um congolês, Jessie Dongocataba, diz que o que gostariam era da "ajuda da comunidade internacional" para tirá-los dali. "Só queremos sair daqui...", desabafa.

Na quarta-feira, migrantes que deixaram o acampamento rumo ao principal porto da ilha, Mytilini, para embarcar em navios com destino ao continente, acabaram em confronto com a polícia que bloqueava a estrada e acabaram atingidos com gás lacrimogéneo.Já um grupo de menores desacompanhados acabou por ser transferido, na noite de quarta-feira, para outros campos no continente.

Ir para os atalhos de acessibilidade
Partilhar Comentários

Notícias relacionadas

Incêndio põe em causa sobrevivência de 13 mil migrantes

Campo de refugiados de Moria em chamas

Gaza: chuvas intensas inundam campos de refugiados e agravam crise humanitária