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UE: acordo para plano conjunto de compra de munições para a Ucrânia

Chefe da diplomacia ucraniana diz que acordo “vai reforçar as capacidades da Ucrânia no campo de batalha"
Chefe da diplomacia ucraniana diz que acordo “vai reforçar as capacidades da Ucrânia no campo de batalha" Direitos de autor AP Photo/Libkos
Direitos de autor AP Photo/Libkos
De  Euronews
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Acordo está avaliado em dois mil milhões de euros. Hungria diz que não participará na compra conjunta por causa do compromisso com a paz

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Os ministros dos Negócios Estrangeiros e da Defesa da União Europeia (UE) deram “luz verde” a um novo apoio, no valor de dois mil milhões de euros, para comprar material bélico e para fazer entregas à Ucrânia.

A informação é avançada pela agência noticiosa France Presse, que cita fontes diplomáticas europeias.

O plano de ação, que está dividido em três etapas, prevê que se disponibilize pelo menos um milhão de projéteis de 155 milímetros.

Mil milhões de euros serão usados para reembolsar os Estados-membros pelas munições retiradas dos respetivos stocks, numa primeira etapa.

Os restantes mil milhões servirão para financiar a compra conjunta destes projéteis destinados à Ucrânia.

A terceira parte do plano pretende aumentar as capacidades de produção de uma dezena de empresas de armamento da UE para reabastecer os stocks dos países do bloco e continuar a abastecer as forças ucranianas.

"Hoje é um bom dia. Chegámos a um acordo político para enviar para a Ucrânia 1 milhão de projéteis de 155 milímetros. Ainda há muitos detalhes para resolver. O importante é haver vontade.”
Hanno Pevkur
Ministro da Defesa da Estónia

O chefe da diplomacia ucraniana, Dmytro Kuleba, participou por videoconferência no encontro e saudou o acordo.

“Mais munições de artilharia para a Ucrânia o mais rápido possível: era o objetivo principal do Conselho de Ministros dos Negócios Estrangeiros da União Europeia de hoje”, sublinhou o ministro através da rede social Twitter.

Kuleba acrescentou: o acordo “vai reforçar as capacidades da Ucrânia no campo de batalha."

A Ucrânia precisa, aproximadamente, de 1 milhão de projéteis, principalmente de 155 milímetros, no próximo ano.

O acordo, que responde a um apelo urgente do presidente ucraniano Volodymyr Zelenskyy, estará em cima da mesa na cimeira de chefes de Estado e de Governo da União Europeia desta quinta e sexta-feira.

Hungria não participa

O ministro dos Negócios Estrangeiros da HungriaPéterSzijjártó, anunciou que o país não vai participar na compra conjunta de armas para a Ucrânia. Invocou o compromisso do país com a paz.

“Não vamos fornecer armas à Ucrânia. No entanto, também não impediremos outros de fazerem o que quiserem em relação a este assunto”, sublinhou Szijjártó.

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