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"Estado da União": motim do Wagner e reforma do mercado de energia em destaque

O líder do grupo Wagner, Yevgeny Prigozhin, exilou-se na Bielorrússia com alguns milhares dos seus homens
O líder do grupo Wagner, Yevgeny Prigozhin, exilou-se na Bielorrússia com alguns milhares dos seus homens Direitos de autor AP/Copyright 2023 The AP. All rights reserved.
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De  Stefan GrobeIsabel Marques da Silva
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A situação na Rússia esteve no topo da agenda da cimeira da União Europeia (UE), juntamente com a migração e a relação com a China. A semana ficou, também, marcada por impasse na reforma do mercado de energia.

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Os líderes políticos europeus passaram a semana a tentar perceber as ramificações do motim falhado e da marcha sobre Moscovo do grupo mercenário Wagner. Um acontecimento que surpreendeu os analistas ocidentais e os deixou com mais perguntas do que respostas.

A guerra na Ucrânia provocou tensões sérias no sistema político-militar do presidente russo, Vladimir Putin, levando a uma lenta acumulação de raiva e frustração.

No entanto, o lider do grupo Wagner, Yevgeny Prigozhin, acabou por não conseguir convencer o aparelho de segurança russo a juntar-se à sua revolta e Putin manteve a vantagem.

A situação na Rússia esteve no topo da agenda da cimeira da União Europeia (UE), juntamente com a migração e a relação com a China, na quinta e setxa-feira.

Mercado de energia deve apostar nas renováveis

A semana foi, também, marcado por uma reunião dos ministros da Energia da UE que acabou sem acordo sobre a reforma do mercado da eletricidade, uma prioridade desde que as famílias e as empresas foram confrontadas com contas de eletricidade astronómicas, há um ano.

Uma proposta apresentada pela Comissão Europeia, em dezembro, continua a ser objeto de imapsse entre os Estados-membros, sendo que visa proteger os consumidores, aumentar a estabilidade dos preços da energia e impulsionar os investimentos em energias renováveis.

A euronews entrevistou Miguel Stilwell de Andrade, presidente-executivo da empresa de energia portuguesa EDP, líder mundial em energias renováveis, sobre a urgência de obter um acordo.

"O que a Comissão Europeia apresentou como proposta para este novo desenho do mercado é muito razoável. Infelizmente, o que vemos agora é muitas alterações por parte do Parlamento e do Conselho europeus. Disseram-me que foram propostas mais de mil alterações. Por isso, penso que ainda há muito a debater para garantir que obtemos algo que seja consistente e sólido e que não distorça o modelo de mercado existente", disse o executivo.

(Veja a entrevista na íntegra em vídeo)

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