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Estado da União: TPI, Ucrânia e Moldova pressionam diplomacia europeia

Procurador do Tribunal Penal Internacional solicitou mandados de prisão no âmbito da guerra em Gaza
Procurador do Tribunal Penal Internacional solicitou mandados de prisão no âmbito da guerra em Gaza Direitos de autor Peter Dejong/Copyright 2020 The AP. All rights reserved
Direitos de autor Peter Dejong/Copyright 2020 The AP. All rights reserved
De  Stefan Grobe
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Estado da União: TPI, Ucrânia e Moldova pressionam diplomacia europeia

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A decisão do Tribunal Penal Internacional de solicitar mandados de prisão contra o primeiro-ministro de Israel e o seu ministro da defesa, bem como contra três líderes do Hamas, causou divisões entre os Estados-membros da UE sobre o conflito em curso no Médio Oriente.

As reacções variaram desde saudar a decisão do Tribunal, como fizeram a Bélgica, a França e a Eslovénia, até criticá-la sob diversas formas, como fizeram a Alemanha, a Áustria e a Chéquia.

A desunião também ficou evidente quando a Irlanda e a Espanha, juntamente com a Noruega, avançaram para reconhecer a Palestina como um Estado independente.

“Francamente, devemos manter viva a esperança, o sonho e o destino de uma solução de dois Estados num momento em que, infelizmente, outros estão a trabalhar para minar isso. A Irlanda teria preferido ter feito isto como parte de um processo de paz. (…) Mas não podemos esperar para sempre. Já faz muito tempo, muitas décadas, desde os Acordos de Oslo”, disse Simon Harris, primeiro-ministro irlandês.

Mais armas para Ucrânia

Outro tema em destaque, esta semana, foi a entrega de armas à Ucrânia, já que os aliados ocidentais estão a demorar demasiado tempo a tomar decisões importantes, queixou-se o governo de Kiev, numa altura em que a Rússia parece estar a intensificar a sua ofensiva no nordeste.

“Alguns dos foguetes e mísseis poderiam ser derrubados pela defesa aérea, mas obviamente não todos. (…) E é por isso que apelo a todo o mundo para aumentar o apoio à defesa aérea", referiu Annalena Baerbock, ministra dos Negócios Estrangeiros da Alemanha.

Adesão da Moldova

A UE continua muito atentam também à situação na Moldova, queassinou, esta semana, uma parceria com o bloco na área da fedesa, num passo destinado a aproximar o país candidato. 

As negociações formais de adesão deverão começar no próximo mês e Daniela Vidaicu, diretora executiva da Fundação Moldova Soros, fez uma análise da situação.

P: Então, quão significativas são as negociações de adesão à UE para o público moldavo, como é que as pessoas vêem a adesão à UE?

"A Moldova tem uma sociedade inclusiva, conseguiu alcançar marcos muito bons na implementação de reformas nacionais e internas para que o país e a sociedade sejam transformados. E as negociações deveriam realmente avançar para serem irreversíveis. Para os moldavos - tanto para aqueles que vivem no país, mas também para aqueles que vivem no estrangeiro e nos Estados-membros da UE - a integração europeia  é muito importante como plano de desenvolvimento e o provavelmente o plano estratégico mais importante desde a sua independência", explicou.

(Veja o programa na íntegra em vídeo)

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