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Marine Le Pen investigada por suspeitas de financiamento ilegal da campanha presidencial de 2022

Marine Le Pen foi a candidata do Rassemblement National às eleições presidenciais francesas de 2022
Marine Le Pen foi a candidata do Rassemblement National às eleições presidenciais francesas de 2022 Direitos de autor Thibault Camus/Copyright 2024 The AP. All rights reserved.
Direitos de autor Thibault Camus/Copyright 2024 The AP. All rights reserved.
De  Joana Mourão Carvalho
Publicado a Últimas notícias
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Em causa estão suspeitas de financiamento ilegal, apropriação ilegítima de bens, fraude e falsificação de documentos.

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Marine Le Pen, ex-líder parlamentar do Rassemblement National, está a ser investigada por suspeitas de financiamento ilegal na campanha para as eleições presidenciais francesas de 2022. A investigação surge na sequência de um relatório da Comissão Nacional de Contas de Campanha e Financiamento Político (CNCCFP) informou o Ministério Público de Paris, cita a imprensa francesa.

Após uma investigação preliminar, foi instaurado um inquérito judicial no passado dia 2 de julho. Em causa estão suspeitas de financiamento ilegal, apropriação ilegítima de bens por pessoas em cargos públicos, fraude e falsificação de documentos, detalhou a acusação.

A CNCCFP, responsável pelo controlo da regularidade das despesas dos candidatos -que são limitadas e em parte reembolsadas pelo Estado -, tinha enviado um relatório ao Ministério Público de Paris em 2023. A investigação decorre agora "sob a direção de um magistrado", acrescentou o Ministério Público.

Em meados de dezembro de 2022, o CNCCFP rejeitou as despesas relativas a doze autocarros alugados no âmbito da campanha da canidadata do RN, no valor de 316.182 euros, estimando que o recurso a este tipo de meios constituía uma despesa irregular.

Marine Le Pen, derrotada na segunda volta por Emmanuel Macron, investiu quase 11,5 milhões de euros na sua campanha presidencial de 2022. Em 2017, já tinha visto 873.576 euros das suas despesas reembolsadas pela Comissão.

Le Pen também deve ser julgada a partir de 30 de setembro por desvio de fundos europeus relativamente à remuneração dos assessores dos deputados europeus entre 2004 e 2016.

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