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Poder de compra nos saldos de janeiro

Poder de compra nos saldos de janeiro
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Evoluímos enquanto compradores durante esta crise? Estamos à procura de algo com valor ou de um bom negócio? Como é que o nosso comportamento influencia a economia à nossa volta? Vive-se a temporada dos saldos de janeiro, altura ideal para falar sobre o poder de compra e o que as pessoas realmente querem. Os consumidores, no Luxemburgo, Alemanha e na Áustria são os que têm mais para gastar, enquanto os da Letónia, Roménia e Bulgária são os que têm menos.

Depois da época festiva, chega a altura dos saldos. Devia ser a melhor altura para comprar uma pechincha. Mas os tempos mudaram. Cinco anos de crise económica influenciaram a carteira do cliente, especialmente o da classe média. Mas a culpa não é apenas da crise. O modelo económico que surgiu no século XX está a mudar. Os consumidores estão a sentir o impacto diretamente no poder de compra. A primeira coisa que o consumidor faz em tempos de crise é rever as prioridades, tomando decisões sobre os gastos, para reduzir o consumo global.

As novas tendências de consumo incluem compras coletivas. Comprar diretamente ao fabricante, artigos em segunda mão, bens emprestados, alugar um carro ou partilhá-lo com outros utilizadores. Até os grandes retalhistas estão a entrar no setor do consumo emergente para combater a competição. Estas formas alternativas de consumo podem representar uma nova forma de atender às necessidades coletivas. E a Europa pode desempenhar um papel decisivo na sua propagação, como um elemento de crescimento e de competitividade.