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Birmânia liberta perto de 7000 prisioneiros

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Birmânia liberta perto de 7000 prisioneiros
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De Rodrigo Barbosa com AFP
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A Birmânia ordenou a libertação de perto de sete mil prisioneiros, entre os quais 210 estrangeiros. A amnistia massiva tem lugar a quatro meses de

A Birmânia ordenou a libertação de perto de sete mil prisioneiros, entre os quais 210 estrangeiros. A amnistia massiva tem lugar a quatro meses de legislativas que serão um teste crucial para o governo reformista do presidente Thein Sein, instaurado em 2011 e saudado pela comunidade internacional, em várias ocasiões, pelos sinais de abertura em relação à antiga ditadura militar.

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Um libertado explica, no entanto, que apenas lhe faltava cumprir um mês de pena e que é uma simples “exibição” do governo.

Outro considera que “o governo não foi verdadeiramente bondoso, porque muitos continuam detidos, incluíndo jovens estudantes, que enfrentam acusações e os tribunais. Se fosse realmente um sinal de boa fé, todos os prisioneiros políticos seriam libertados”.

Entre os amnistiados estão 155 chineses, condenados na semana passada a penas pesadas pelo abate ilegal de árvores e tráfico de madeira, o que tinha atraído fortes críticas e pressão de Pequim, importante parceiro comercial e aliado político de Rangun.

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