Gâmbia à espera da democracia

Gâmbia à espera da democracia
De  Miguel Roque Dias com AFP; Reuters; Lusa
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A Gâmbia aguarda, calmamente, por uma nova era em democracia, com Adama Barrow.

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A Gâmbia aguarda, calmamente, por uma nova era em democracia, com Adama Barrow.

O país espera que o novo presidente, que tomou posse na embaixada da Gâmbia em Dacar, retorne após o exílio.

This is a victory of the Gambian nation. Our national flag will fly high among those of the most democratic nations of the world. #Gambiapic.twitter.com/QRGZg1gzbs

— Adama Barrow (@adama_barrow) January 19, 2017

Barrow permaneceu no Senegal depois do despontar de uma crise política, que se seguiu após as eleições de dezembro.

O fim do tumulto só foi possível com a saída de Yahya Jammeh, que, após um golpe de Estado, liderou a Gâmbia por 22 anos.

Um habitante de Banjul, a capital do país, afirma que “hoje sou um homem feliz porque o presidente Jammeh foi embora. Agora, estamos todos mais calmos. Hoje estamos felizes.”

Outro conta que “a situação na Gâmbia era como se estivéssemos numa prisão. Agora há liberdade. Sofremos por causa de Jammeh.”

Yahya Jammeh abandonou a Gâmbia, no sábado, após mais de duas décadas no poder.

Jammeh boarding his plane and bidding #Gambia goodbye. Few will miss him. What an amazing story… pic.twitter.com/fyUgq45RJl

— Jennifer O'Mahony (@jaomahony) January 21, 2017

O antigo governante propôs-se a abandonar a presidência logo após a vitória eleitoral de Adama Barrow mas, depois, mudou de ideias.

Para garantir que a transição seja pacífica alguns países africanos, como o Senegal, a Nigéria, o Gana ou o Mali, enviaram militares para a Gâmbia.

Com: AFP; Reuters; Lusa

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