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Caótica e cobarde a atuação da polícia no ataque na Tunísia em 2015

Caótica e cobarde a atuação da polícia no ataque na Tunísia em 2015
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Um juiz britânico, definiu como “caótica” e “cobarde” a resposta da polícia tunisina ao ataque de 2015, que terminou com a morte de 38 pessoas, trinta delas britânicas. Um homem, disparou, indiscriminadamente, contra turistas numa praia, frente a um hotel de luxo. Para o magistrado o atraso na intervenção foi “deliberado e injustificável”.

As famílias das vítimas querem mais:

“Em nome dos nossos clientes, que perderam membros das suas famílias, e daqueles que foram feridos neste terrível incidente, friso que é crucial que toda a indústria das viagens aprenda com o que aconteceu em Sousse, para reduzir o risco de que catástrofes similares aconteçam no futuro”, afirmou Kylie Hutchison, advogada das vítimas.

O ataque, que ocorreu a 26 de junho de 2015, foi conduzido por um jovem tunisino, armado com uma Kalachnikov, que acabou abatido.

A decisão da justiça britânica abre caminho a processos cíveis por parte de sobreviventes e famílias das vítimas. Ainda assim, o juiz considerou que o hotel e o operador turístico não têm responsabilidade na tragédia. As famílias criticavam a agência de viagens por não permitir o cancelamento das mesmas depois do ataque em Tunis.