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Oposição e governo clamam vitória no referendo turco

Oposição e governo clamam vitória no referendo turco
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O presidente turco clama vitória no referendo deste domingo, quando a oposição denuncia irregularidades e manipulações e exige uma recontagem de votos.

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O presidente turco clama vitória no referendo deste domingo, quando a oposição denuncia irregularidades e manipulações e exige uma recontagem de votos.

Segundo os resultados não oficiais, o SIM à expansão dos poderes de Tayyip Erdogan terá ganho o sufrágio com 51% de votos, a apenas 2% de distância do campo do NÃO.

Istanbul (% 99 opened): 49 % YES – 51 %NO #Turkeyreferandumhttps://t.co/HzuEv9v0IRpic.twitter.com/D4hYg1SWoa

— Hürriyet Daily News (@HDNER) April 16, 2017

O chefe de Estado congratulou-se já com o resultado que deverá permitir que o país adote um sistema presidencialista, com os maiores poderes do país concentrados em Erdogan.

A oposição do partido republicano CHP e do partido pró-curdo HDP denunciam, no entanto, irregularidades em 2/3 dos votos, afirmando que mais de 2,5 milhões de boletins são inválidos, ao não conterem o carimbo exigido pela comissão eleitoral.

#Turkey's Election Commission even posted a photo on valid and invalid votes with sample sheets before the election. Now changes the rule. pic.twitter.com/a5ofYDb07c

— Abdullah Bozkurt (@abdbozkurt) April 16, 2017

Alguns responsáveis dos dois partidos afirmam que o NÃO teria ganho por 52%, quando a Comissão Eleitoral ainda não se pronunciou sobre o resultado final.

Whether the official announcement is Yes or No, we will object to 2/3 of ballots. Our data indicates a manipulation in the range of 3-4%. pic.twitter.com/JVw1G6UC7z

— HDP English (@HDPenglish) April 16, 2017

O NÃO venceu em Istambul, Ancara e Izmir, as três maiores cidades do país, assim como na zona curda da Turquia

A participação situou-se nos 83,6%.

Se o governo defende o SIM como uma forma de estabilidade para o país, já a oposição fez campanha pelo NÃO ao que considera ser uma autocracia, com um presidente com poderes reforçados, após a recente purga que levou dezenas de milhares de militares, funcionários públicos, professores e jornalistas à prisão, após o golpe falhado de julho.

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