Londres/Ataque: Quem são as vítimas

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A canadiana Chistine Archibald, de 30 anos, foi a primeira a ser identificada.

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Poucos dias após os atentados de Londres, que fizeram sete mortos e 48 feridos, começa a conhecer-se a identidade das vítimas.

A canadiana Chistine Archibald, de 30 anos, foi a primeira a ser identificada. Chrissy, como era conhecida, morreu nos braços do noivo, Tyler Ferguson, após ter sido atropelada na Ponte de Londres.

Em comunicado, a família de Chrissy pediu para honrarem a memória da filha, tentando melhorar a comunidade onde estão inseridos.

Canadian national Chrissy Archibald named as first fatality in #LondonAttacks. This statement from her family is really lovely. Honour her. pic.twitter.com/H8B8TrxFQJ

— Joseph Willits (@josephwillits) June 4, 2017

Os londrinos prestam homenagem às vítimas e repudiam os ataques.

“Absolutamente sem sentido. Essas pessoas dizem que estão a fazer isso em nome de Deus, mas é uma brincadeira absoluta. O primeiro mandamento diz: ‘não matarás’. Todas as crenças partilham isso. Se não fosse a religião, eles encontrariam outra desculpa. Eles são insensíveis, são bárbaros e uns cobardes”, afirma a progenitora de Daniel, um dos jovens que foi esfaqueado.

As marcas do atentado mantêm-se na memória daqueles que tiveram, literalmente, de fugir para sobreviver.Irene Smith conta que “as pessoas estavam em pânico, a chorar e a tentar encontrar os amigos. Havia uma mulher, a correr ao meu lado, com cerca de 40 anos. Estava a chorar e a soluçar e eu dei-lhe um abraço. Perguntei-lhe se ela estava bem e ela disse-me que viu pessoas a serem esfaqueadas.”

“Naquela noite, quando deveriam estar nas orações de Ishá ou nas orações do Tarawih, no mês do Ramadão, eles estavam a matar pessoas. Independentemente das suas preocupações, independentemente das suas queixas, não há nada, absolutamente nada que justifique esse tipo de comportamento”, afiança um londrino.

A outra vítima mortal, já conhecida, é Alexander. O jovem francês de 27 anos foi esfaqueado num restaurante, onde trabalhava, no Borough Market.

Segundo os serviços de saúde londrinos, mais de 30 dos feridos continuam hospitalizados. 21 estão em estado crítico.

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