Euronews is no longer accessible on Internet Explorer. This browser is not updated by Microsoft and does not support the last technical evolutions. We encourage you to use another browser, such as Edge, Safari, Google Chrome or Mozilla Firefox.

Última hora

Última hora

Estónia quer maior influência europeia na estabilização de ex-repúblicas soviéticas

Estónia quer maior influência europeia na estabilização de ex-repúblicas soviéticas
Tamanho do texto Aa Aa

Aumentar a capacidade da União Europeia ao nível da defesa externa é um das prioridades da Estónia.

O primeiro-ministro estónio referiu o caso da Ucrânia como exemplo do papel desestabilizador da Rússia no continente europeu, durante a primeira deslocação ao Parlamento Europeu desde que o país assumiu a presidência do bloco, a 1 de julho.

“No século XXI, não devemos aceitar agressões contra um país europeu ou a anexação e ocupação ilegais de uma parte do seu território. Acredito que não é impossível que, no futuro, um presidente da Ucrânia possa falar nesta câmara nas mesmas funções em que eu me encontro”, disse Jüri Ratas.

A Estónia, uma das repúblicas do Báltico que foi ocupada pela ex-União Soviética, defende uma maior esfera de influência junto de outros países na sombra da Rússia, tais como a Moldávia e a Bielorrússia.

Gabriel Zimmer, eurodeputada alemã da esquerda radical, está contra, argumentando que “precisamos de estabilidade nos países vizinhos da União Europeia e penso que ter uma defesa mais forte na União e pressionar os países de Leste não contribui para essa estabilização”.

A Estónia é um dos quatro países da União Europeia que gasta pelo menos 2% do PIB na defesa, meta que deverá ser atingida pelos restantes Estados-membros.