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Jogo de nervos entre Kim Jong-un e Donald Trump

Jogo de nervos entre Kim Jong-un e Donald Trump
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A guerra fria entre Coreia do Norte e os Estados Unidos prossegue. As últimas notícias oriundas de Pyongyang dão conta de uma alegada inspeção por parte de Kim Jong-Un, na segunda-feira, ao respetivo comando militar, onde terá sido atualizado dos planos para um eventual ataque à base militar americana de Guam, território ultramarino americano no Pacífico.

O líder da Coreia do Norte terá decidido, para já, suspender o disparo dos mísseis contra aquele território americano à espera que o homólogo americano Donald Trump pare com as provocações militares.


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A decisão de Kim Jong-un surge numa altura em que a Coreia do Sul e o Japão pressionam Washington por uma solução pacífica no conflito com Pyongyang. O presidente sul-coreano procura evitar a todo o custo uma nova guerra na península coreana.

Em digressão pela América Latina, o vice-presidente dos Estados Unidos garantiu que os Estados Unidos estão “a dedicar todos os recursos e a energia do Presidente no esforço de resolver de forma pacífica este confronto com a Coreia do Norte”, mas, avisa Mike Pence, “como disse o Presidente, todas as opções estão na mesa.”


A guerra fria entre Washington e Pyongyang agravou-se após Trump ameaçar quinta-feira responder aos testes norte-coreanos de lançamento de mísseis balísticos de médio-longo alcance com uma demonstração de “fogo, fúria e poder jamais vistos”.

Na contrarresposta, a Coreia do Norte ameaçou no sábado lançar um míssil sobre a base americana de Guam, no Pacífico, localizada a uma distância de cerca de 3500 km do continente asiático.