Euronews is no longer accessible on Internet Explorer. This browser is not updated by Microsoft and does not support the last technical evolutions. We encourage you to use another browser, such as Edge, Safari, Google Chrome or Mozilla Firefox.
Última hora

Caracas e o "terrorismo psicológico" dos EUA

Caracas e o "terrorismo psicológico" dos EUA
Euronews logo
Tamanho do texto Aa Aa

Sem poupar nas palavras, foi através de um comunicado que o ministério venezuelano dos Negócios Estrangeiros acusou os Estados Unidos de exercerem “uma forma de terrorismo psicológico” no rescaldo da decisão que proíbe a entrada em território norte-americano de vários cidadãos do país.

A reação ouviu-se de forma ruidosa, apesar de os Estados Unidos fazerem, aparentemente, orelhas moucas em relação ao contra-ataque venezuelano.

“Com um gesto descarado e de hipocrisia política, Donald Trump fundamentou os ataques à humanidade sobre os valores da paz e prosperidade”, disse, esta segunda-feira, o ministro venezuelano dos Negócios Estrangeiros, Jorge Arreaza, que acusou ainda, durante um discurso nas Nações Unidas, Donald Trump de atuar como o “imperador do mundo.”

Se a decisão afeta, por um lado, funcionários oficiais, por outro também os cidadãos venezuelanos são castigados. Para muitos paga o justo pelo pecador.

“Na Venezuela as pessoas são trabalhadoras, empreendedoras, querem avançar. Não é possível que por causa de um pequeno grupo que está no Governo a roubar e a violar os direitos humanos todos tenhamos de sofrer, só porque somos venezuelanos”, diz o deputado da oposição Angel Alvarez.

Além da Venezuela, no domingo a Coreia do Norte e Chade foram também incluídos numa lista de nações abrangidas pelo decreto migratório norte-americano por infrações à segurança dos cidadãos e falta de cooperação com Washington.

Juntam-se a países previamente incluídos como o Irão, Líbia, Síria, Somália e Iémen.